Trabalhos academicos

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O QUE É RELIGIÃO?


PERSPECTIVAS

Teve um tempo que as pessoas que não tinha amor por deus eram consideradas doentes, e sendo assim todas as pessoas era educada para ver e ouvir sobre o mundo religioso a partir de um poder espiritual, o conhecimento cientifico e a tecnologia se expandiu, portando construiu um mundo que deus não era mas necessário no trabalho, pois ninguém precisava de forçasocultas para explicar algo. A religião não sumiu, se modificou, não tem mais poder que tinha no passado.


OS SÍMBOLOS DA AUSÊNCIA


Nesse capitulo o autor fala sobre o mundo animal e o mundo dos homens, onde coloca que os homens em seu biológico são capazes de dar





O EXÍLIO DO SAGRADO

Todos os símbolos que são usados com sucesso experimentam esta metamorfose.Deixam de ser hipótese de imaginação e passam a ser tratadas como manifestação da realidade. Certos símbolos derivam o seu sucesso do seu poder para congregar o homem, que usa para definir sua situação, e articular um projeto comum de vida. No processo histórico do qual nossa civilização se formou, recebemos uma herança simbólica - religiosa, a parte de duas vertentes. De um lado, os hebreus e oscristãos. Do outro, as tradições culturais dos gregos e dos romanos. Não conhecemos nem uma época que lhe possa ser comparada. Porque ali os símbolos do sagrado adquiriram uma densidade, uma concretude e uma onipresença que fazia com quer o mundo invisível estivesse mais próximo e fosse mais sentido que as próprias realidades materiais. Nada acontecia que não fosse pelo poder do sagrado, e todos sabiamque as coisas do tempo estão iluminadas pelo esplendor e pelo terror da eternidade. Todas as coisas tinham seus lugares apropriados, numa ordem hierárquica de valores, porque Deus assim tinha arrumado o universo, sua casa, estabelecendo guias espirituais e imperadores, no alto, para exercer o poder e usar a espada, colocando lá em baixo a pobreza e o trabalho no canto de outros. Tudo girava emnúcleo central, matemática que unifica todas as coisas: o drama da salvação, o perigo do inferno, a caridade de Deus levando para os céus as almas puras. Se o universo havia saído, por um ato de criação pessoal, das mãos de Deus – e era inclusive possível determinar com precisão a data de evento tão grandioso – e se Ele continuava, pela sua graça, a sustentar todas as coisas, concluía-se que tudo,absolutamente tudo, tinha um propósito definido.O homem medieval desejava contemplar e compreender. Sua atitude era passiva, receptiva. Agora a necessidade de riqueza, inaugura uma atitude agressiva, ativa, pela qual a nova classe se apropria da natureza, manipula-a, controla-a, força-a a submeter-se às suas intenções, integrando-se na linha que vai das minas e de campos às fabricas, e destas aosmercados. A condenação do sagrado era exigida pelo interesse da burguesia e o avanço da secularização. Basta abrir os jornais e tomar ciência das tensões entre Igreja e Estado, Igreja e interesses econômicos. A argumentação é a mesma. As idéias se repetem. Que a religião cuide das realidades espirituais, que das coisas matérias à espada e o dinheiro se encarrega!
Conhecer é saber ofuncionamento. E quem sabe o funcionamento tem o segredo da manipulação e do controle. E assim que esse tipo de conhecimento abre o caminho da técnica, fazendo a ligação entre a universidade e a fabrica, a fabrica e o lucro. A distancia nos encontramos da ciência medieval que se perguntava a cerca da finalidade das coisas e buscava ouvir harmonias e vislumbrar propósitos divinos nos acontecimentos do mundo!O conhecimento só nos pode chegar através da avenida do método cientifico. Foi estabelecido um quadro simbólico, onde não havia lugar para a religião. Foi identificado com o passado, o atraso, a ignorância de um período negro da história, Idade das trevas, e explicada como comportamento infantil de povos e grupos não evoluído. Opondo-se a esse quadro sinistro, um futuro luminoso de progresso,...
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