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Nome: Richard Alves Zancheta












Os lusíadas











Centro Educacional Sesi 427
Guarulhos-Sp, 09 de agosto 2011
Nome: Richard Alves Zancheta




Os lusíadas- Camões
[pic]


Centro Educacional Sesi 427
Guarulhos-Sp, 09 de agosto 2011






























Eu dedico meu trabalho para minha
Professora deportuguês Sônia, por
ela ser uma ótima professora.































Eu agradeço a minha irmã
que ajudou a fazer o trabalhoRESUMO 2
Canto I 3
Canto II 4
Canto III 5
Canto IV 6
Canto V 7
Canto VI 8
Canto VII 9
Canto VIII 10
Canto IX 11
Canto X 12
Biografia 13
Amor é fogo que arde sem se ver (Luís de Camões) 14
Biografia 15
Monte Castelo- Legião Urbana 15
Fontes 17



















RESUMO

Os Lusíadas é uma obra poética do escritor Luís Vaz de Camões, considerada aepopeia portuguesa por excelência. Provavelmente concluída em 1556, foi publicada pela primeira vez em 1572 no período literário do classicismo, três anos após o regresso do autor do Oriente.
A obra é composta de dez cantos, 1102 estrofes que são oitavas decassílabas, sujeitas ao esquema rímico fixo AB AB AB CC – oitava rima camoniana. A acção central é a descoberta do caminho marítimo para a Índiapor Vasco da Gama, à volta da qual se vão descrevendo outros episódios da história de Portugal, glorificando o povo português.























Canto I
1ª estrofe
As armas e os barões assinalados,
Que da ocidental praia Lusitana,
Por mares nunca de antes navegados,
Passaram ainda além da Taprobana,
Em perigos e guerras esforçados,
Mais do que prometia a forçahumana,
E entre gente remota edificaram
Novo Reino, que tanto sublimar.

Explicação do canto:
Proposição: (estrofes 1 a 3) Intenção do poema: celebrar os feitos lusitanos, navegações e conquistas.
Invocação (estrofes 4 e 5) às ninfas do Tejo (Tágides) para que dêem inspiração.
Dedicatória (estrofes 6 a 18) ao rei D. Sebastião.
Narração: a partir da estrofe 19. Concílio dos deuses sobre aousada decisão dos portugueses: devem favorecê-los ou impedi-los? Júpiter é favorável; Baco, ferrenhamente contrário; também são a favor Marte e Vênus, esta nos Portugueses vendo a raça latina descendente de seu filho Enéias. Baco, derrotado na assembléia divina, põe em ação a sua hostilidade contra os lusos, procurando impedir que cheguem à sua Índia, e para isto se valendo da gente africana, quelhes arma ciladas.
 




Canto II
1ª estrofe

Já neste tempo o lúcido Planeta,
Que as horas vai do dia distinguindo,
Chegava à desejada e lenta meta,
A luz celeste às gentes encobrindo,
E da casa marítima secreta
Lhe estava o Deus Noturno a porta abrindo,
Quando as infidas gentes se chegaram
As naus, que pouco havia que ancoraram.



Explicação do canto:

Chegada a Mombaça,onde continuam as hostilidades de Baco na traição dos Mouros: os navegadores seriam sacrificados se acedessem ao pérfido convite do rei para desembarcarem. Vênus, porém, de novo os salva, intercedendo junto a Júpiter. Retrato de Vênus [36. "Os crespos fios d'ouro se esparziam / pelo colo (...)"]. Júpiter profetiza os gloriosos feitos lusíadas no Oriente (44 e ss.) e envia Mercúrio a Melinde, a fim depredispor os naturais desta cidade a bem acolherem os Portugueses, o que se cumpre. O rei de Melinde pede ao Gama lhe narre a história de Portugal









Canto III
1ª estrofe

Agora tu, Calíope, me ensina
O que contou ao Rei o ilustre Gama:
Inspira imortal canto e voz divina
Neste peito mortal, que tanto te ama.
Assim o claro inventor da Medicina,
De quem Orfeu pariste, ó...
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