Trabalho na siderurgia

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GÊNESIS INSTITUTO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE GIEP
CURSO TÉCNICO EM SeRGURANÇA DO TRABALHO















A CONSERVAÇÃO DA BIODIVERDIDADE E A IMPORTÂNCIA DE ÁREAS PROTEGIDAS





























São Luís
2012
GÊNESIS INSTITUTO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE
CURSO TÉCNICO EM SRGURANÇA DO TRABALHO















A EXPANSÃO DASIDERURGIA E O USO DE NOVAS TECNOLOGIAS









Apresentação de Trabalho de para obtenção da 1a e 2a nota do curso Técnico em Segurança do Trabalho realizado no Gênesis Instituto de Ensino Profissionalizante - GIEP


Orientador: Nonato Pachêco





















São Luís
2012
COMPONENTES

DaniloEduardo
Elayne
Gabryelle
Ildenilde
Thais Filipa
Thaisa
José Roberto.
Maria do Livramento









A CONSERVAÇÃO DA BIODIVERDIDADE E A IMPORTÂNCIA DE ÁREAS PROTEGIDAS







Apresentação de Trabalho de para obtenção da 1a e 2a nota do curso Técnico em Segurança do Trabalho realizado no Gênesis Instituto de Ensino Profissionalizante - GIEPOrientador: Nonato Pachêco





___________________________________
Raimundo Nonato Pacheco Júnior
Coorientador






Visto em _______/_______/_______

Nota _________________________

AGRADECIMENTO


Agradeço a Deus pela vida e as oportunidades dadas longo dessa jornada
Agradeço a cada um dos professores que direta ouindiretamente contribuíram com meu aprendizado e dos demais integrantes da equipe.
Obrigada pela compreensão nas minhas ausências e principalmente pelos momentos de confraternização nas vezes em que nos reunimos para concretizar o trabalho.


























1 INTRODUÇÃO

Em Atenas, na Alemanha, foram encontrados fornos de lupa para produção deaço datados de 100 A.C. Neles, a entrada de ar para queima do carvão vegetal acontecia naturalmente, pela ventaneira . Como as temperaturas atingidas eram baixas, obtinha-se uma massa metálica sólida (aço). A escória contida nessa massa era retirada através de batidas, e a conformação do aço se fazia por meio de marteladas. Na Inglaterra, em 800a d.C., surgiram os primeiros baixos-fornos, fornoscirculares de 0,5 m de diâmetro a 1 m de altura, construídos em pedra e acionados por foles (manuais ou de pisoteio).
Os procedimentos eram os mesmos do forno de lupa, o carregamento era manual e usava-se o carvão vegetal. Surgiram então, a partir do século XI, as forjas-catalãs, que dominaram a produção de ferro até o século XV. As forjas eram lareiras feitas de pedra, e usavam-se folesmanuais e posteriormente trompas d’água. As temperaturas ainda eram baixas, de tal forma que o produto obtido era o aço.
A siderurgia norte-européia do século XVIII, particularmente a inglesa, sofre duas grandes limitações: o crescimento do consumo de ferro e aço utilizava quantidades absurdas de carvão vegetal, a ponto de devastar quase todas as florestas do país; por outro lado, atecnologia de refino do gusa continuava sendo um gargalo produtivo, já que os fornos não atingiam a temperatura necessária e o consumo de combustível era considerável. A solução do primeiro problema poderia vir do uso de carvão mineral, mas seu teor de enxofre o inviabilizou por produzir gusa e ferro frágeis. Durante os séculos XVII e XVIII, foram patenteados métodos de utilização de carvão mineral, massomente com a introdução de coqueificação, que eliminava os voláteis e grande parte do enxofre, foi que Abraham Darby, em 1735, teve êxito completo, operando um alto-forno exclusivamente com coque. O desenvolvimento dessa técnica transformou a Inglaterra, no final do século, em grande exportadora de ferro e aço (LADGRAF et al., 2004) .
O primeiro alto-forno capaz de produzir somente...
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