Trabalho hepatite

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FUNDAÇÃO COMUNITÁRIA TRICORDIANA DE EDUCAÇÃO
Decretos Estaduais n.º 9.843/66 e n.º 16.719/74 e Parecer CEE/MG n.º 99/93
UNIVERSIDADE VALE DO RIO VERDE DE TRÊS CORAÇÕES
Decreto Estadual n.º 40.229, de 29/12/1998

PROCESSOS PARASITÁRIOS E INFECCIOSOS

Três Corações
2012

LARYSSA RIBEIRO MENDES
DANIELE
JULIANA
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................
ACHILLES FERREIRA LUZ

HEPATITESVIRAIS

Trabalho apresentado ao Curso de Enfermagem 1º período da Universidade Vale do Rio Verde, UNINCOR como requisito para a obtenção de crédito na disciplina de Processos infecciosos e parasitários ministrada pelo professor Marcio

Três Corações
2012

INDICE

1 - Introdução pag: 4
2 - Histórico pag: 5
3 - Hepatites Virais pag: 6
4 - Hepatite A pag: 7
5 - Hepatite B pag:10
6 - Hepatite C pag: 13
7 - Hepatite D pag: 17
8 - Conclusão pag: 20
9 - Referenciais Bibliográficas pag: 21

INTRODUÇÃO

As hepatites virais são um grave problema de saúde pública no mundo e no Brasil. Segundo estimativas, bilhões de pessoas já tiveram contado com vírus das hepatites e milhões são portadores crônicos.
As equipes de atenção básica têm papel relevante nodiagnóstico e no acompanhamento das pessoas portadoras – sintomáticas ou não – de hepatites. Para que possam exercer esse papel é necessário que as equipes estejam aptas a identificar casos suspeitos, solicitar exames laboratoriais adequados e realizar encaminhamentos a serviços de referência dos casos indicados.
No decorrer desse trabalho iremos abordar os temas relacionados à hepatite:HISTORICO

Os Babilônios há cerca de 2500 anos já haviam feito referências a surtos
epidêmicos de icterícia entre o seu povo. Hipócrates no século IV A.C. também descreve quadros de icterícia epidêmica, sem qualquer ideia de agente causal ou formas de transmissibilidade.
Quadros de icterícia epidêmica ocorreu por séculos e foram marcantes, sobretudo, nos períodos deguerra e catástrofes humanas, particularmente na Idade Média, quando ocorria piora das condições sócias higiênicas locais. Daí a origem das designações de "icterícia de campanha" e de “doença do soldado”.
Essas epidemias de icterícia influenciavam de modo desfavorável a evolução das guerras. Exemplo disso foi a Guerra da Secessão Americana (1861-65), quando mais de 40000 soldados dosexércitos da União foram atingidos. Outras epidemias acompanharam as duas Guerras Mundiais da primeira metade do Século XX. O número de casos de hepatite durante a Segunda Grande Guerra foi estimado em cerca de 16 milhões. Nesse período e por muito tempo não se conhecia o moderno conceito da transmissão fecal-oral das hepatites virais epidêmicas.

HEPATITES VIRAIS

Hepatite viral é uma inflamaçãodo fígado causada por vírus. Atualmente são conhecidos os seguintes vírus: A, B, C, D (Delta), E, e G. Os mais conhecidos e comuns são os três primeiros. Alguns vírus, causadores de outras doenças, não considerados “vírus de hepatite”, também podem provocar inflamação do fígado (hepatite), assim como o vírus da Mononucleose Infecciosa, o Citomegalovírus e o da Febre Amarela. Apesar de geralmenteser associado à infecção viral do fígado, o termo hepatite também é utilizado em outras situações, onde não há o contágio, como por exemplo, hepatite tóxica, hepatite alcoólica, hepatite granulomatosa, hepatite auto-imune, etc.
No Brasil, as hepatites virais mais comuns são as causadas pelos vírus A, B, C e D. Existe, ainda, o vírus E, mais frequente na África e na Ásia. Milhões de pessoas noBrasil são portadoras dos vírus B ou C e não sabem. Elas correm o risco de as doenças evoluírem (tornarem-se crônicas) e causarem danos mais graves ao fígado como cirrose e câncer. Por isso, é importante ir ao médico regularmente e fazer os exames de rotina que detectam a hepatite.
A evolução das hepatites varia conforme o tipo de vírus. Os vírus A e E apresentam apenas formas agudas de hepatite...
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