Trabalho final

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  • Publicado : 26 de maio de 2012
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Como a internet influencia o nosso quotidiano, as nossas relações e a forma de pensar?
Para muitos cientistas e estudiosos a internet é um vício que mudou o nosso dia-a-dia, por isso têm sido desenvolvidos inúmeros estudos, por todo o mundo. Os objectivos de alguns desses estudos foram a determinação do número de utilizadores, quantidade de horas gastas na internet, consequências no uso dainternet, efeitos na nossa capacidade cognitiva, nas nossas relações pessoais e profissionais, entre muitos outros.
Cientistas da Correia do Sul desenvolveram vários estudos no seu país relacionados com a internet e o seu consumo excessivo. Eles afirmam que a Correia do Sul é o país com maior taxa de utilização de internet. Os números revelaram que este problema atinge 210 mil crianças. Muitas chegama passar 18 horas por dia ou mais. 80% dos afectados necessitam de medicação e 20% tem que receber assistência hospitalar. Consultores do governo pensam que se tornou num problema cada vez maior, e que os sintomas da falta de internet são a ansiedade, instabilidade, insatisfação e tensão na relação com os seus pais. O problema da correia do sul pode parecer um caso extremo, mas também poderámostrar que o efeito da web sobre a nossa psicologia não pode ser descartado, alem disso dá-nos um vislumbre do que poderá vir a ser o nosso futuro
Na Inglaterra, a neuro-cientista Susan Greenfield está muito céptica e expressa a sua opinião sobre como a Web pode estar a distorcer o sentido de realidade das crianças “Quando uma criança está no mundo real, mesmo que seja um mundo real de uma casa debonecas, ela sabe que está num mundo onde sabe que as bonecas se podem partir, ou onde alguém pode pisar o nosso soldadinho, ou seja, aprendem que as acções têm consequências. Imaginemos uma criança à frente do computador, trata-se de um mundo onde existe uma forte ênfase na audição e na visão, tem sensações fortes, existe um triunfo dos sentidos sobre o significado” Para esta especialista, sedermos a um cérebro um ambiente onde as acções não têm consequências, onde o ambiente é apenas literal, onde não existe necessidade de interpretação é possível que esse cérebro se mantenha num estado enfatizado.
Ela afirma ainda: “Muitos cientistas sentem um medo desassossegado e mal articulado, não conseguem verbalizar, no entanto sentem que é preciso fazer alguma coisa”. Susan Greenfield representaa visão mais extremista, mas por toda a grã-bretanha, e outros países existe um receio que as crianças estejam a crescer conhecendo apenas a vida online, e de que eles estejam a ser consumidos pela Web.
Muitos pais sentem dificuldades devido às novas tecnologias e à internet, mesmo pessoas especializadas em computadores acham estranho que os seus filhos se sintam mais à vontade frente ao ecrãque elas próprias.
Praticamente todos os pais conhecem bem a situação de ver os filhos agarrados ao computador, as vida deles são centradas nos computadores”. Gostam de jogar, conversar com os amigos e fazer comentários. Quando os pais destas crianças eram novos nem sequer tinham telefone em casa. Agora os filhos não conseguem imaginar a vida sem Web. Quando esta geração chegar à idade adultapoderão ter passado mais de 10 mil horas e grande parte terá sido passada em redes sociais.
De acordo com dados do próprio Facebook existem 300 milhões de pessoas registadas no seu site. Está de tal forma generalizado que se tornou no principal alvo da apreensão dos pais. A principal crítica ao Facebook é de que desliga a amizade do seu significado e que isso traz problemas sérios para a sociedade.Uma amizade, nesta rede social é tão facilmente obtida por colegas de longa data como por estranhos que acumulam ligações, mas até que ponto isto é real? Para sabermos isso devemos perceber qual o motivo que levou o Facebook a tornar-se tão popular.
No dia 24/05/2007, dez dias depois do seu 23º aniversário Mark Zuckerberg explicou o sucesso do Facebook. O objectivo inicial era criar uma rede de...
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