TRABALHO DIVERSIFICADO

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1- RELACIONEM AS IMAGENS E OS TEXTOS, JUSTIFICANDO SUAS ESCOLHAS:

A–( )

B–( )

C–( )

E–( )

F–( )

G–( )

D–( )

I–( )
H–( )

J–( )

constituam em tutores deles. É tão
cômodo ser menor. Se tenho um livro
que faz as vezes de meu entendimento,
um diretor espiritual que por mim tem
consciência, um médico que por mim
decide a respeito de minha dieta, etc.,
então nãopreciso esforçar-me eu
mesmo. Não tenho necessidade de
pensar, quando posso simplesmente
pagar; outros se encarregarão em meu
lugar dos negócios desagradáveis.

L–( )

I – “Somente o uso público da
razão é o que garante o esclarecimento
e a autonomia. Para Kant, se o sujeito
tem esse dever, as instituições (incluindo
o governo) também têm que permitir aos
cidadãos expressarempublicamente
suas críticas a respeito de qualquer coisa.
Somente
assim
se
exerce
o
esclarecimento. “

II – “(...)A menoridade é a
incapacidade de fazer uso de seu
entendimento sem a direção de outro
indivíduo. O homem é o próprio culpado
dessa menoridade se a causa dela não
se encontra na falta de entendimento,
mas na falta de decisão e coragem de
servir-se de si mesmo sem a direção deoutrem. Sapere aude! Tem coragem de
fazer uso de teu próprio entendimento,
tal
é
o
lema
do
esclarecimento[].
A
preguiça e a covardia são as causas
pelas quais uma tão grande parte dos
homens, depois que a natureza de há
muito os libertou de uma direção
estranha
(naturaliter
maiorennes),
continuem, no entanto de bom grado
menores durante toda a vida. São
também as causas que explicampor
que é tão fácil que os outros se

III – (..)”a moral iluminista teve
influência decisiva no mundo ocidental e
modificou não somente o discurso
socialmente válido a respeito da moral,
mas agiu também sob a esfera jurídica e
política. A separação entre o Estado e a
Religião e o estabelecimento do Estado
laico teve participação decisiva do
pensamento iluminista, bem como osprincípios dos Direitos Humanos.”
IV – (...) “Como o fundamento da
moral iluminista não é a felicidade, muito
menos a verdade religiosa, e sim a razão,
ela – assim como a ciência – tem
pretensão universalista. No centro das
formulações morais do iluminismo está o
pensamento de Kant.”
V – (...) “Para os iluministas, assim
como a ciência não poderia ficar presa
a concepções tradicionais, a moraltambém não poderia sustentar-se em
verdades tradicionais baseadas apenas
nos costumes. O fundamento das leis
morais, de acordo com o iluminismo,
deveria ser a razão: as leis morais deixam
de girar em torno das verdades
tradicionais e passa orbitar em torno da
razão
humana.
O
que
deveria
fundamentar
os
comportamentos
humanos não deveria ser a palavra
revelada e sacralizada pelareligião, mas

a liberdade dos homens de, por meio do
pensamento racional, determinarem o
seu rumo. As verdades metafísicas
fundadas na fé cedem lugar para a
autonomia humana baseada na razão.”
VI – (...)”A ética cristã se constitui
como heterônoma, pois as leis são
recebidas pela humanidade, vindas de
um ser superior. E um problema ético que
não existia para os gregos passa a ser
centralpara os cristãos: como pode
existir o mal? Se Deus é plena bondade e
pode tudo, porque permite o sofrimento,
a injúria, a violência, o pecado?
Foi Agostinho1 quem consolidou
uma posição que será fundamental para
a ética cristã: o livre-arbítrio. Deus em sua
infinita bondade concedeu às pessoas a
possibilidade de seguirem o bem ou o
mal. Se existe o mal não é por culpa
divina, mas pelo mauuso do livre-arbítrio.
Isso não significa que está suspensa a
onipotência de Deus: o ente supremo
pode intervir por milagres, pela graça.
Para Agostinho, a humanidade somente
pode seguir o caminho do bem com o
auxílio divino. Assim, se escolhemos o
caminho virtuoso pedimos o auxílio de
Deus; mas podemos também escolher o
caminho do erro, do mal. Essas
concepções agostinianas irão...
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