Trabalho decente

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SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO 3
2 DESENVOLVIMENTO 4
2.1 DEFINIAÇÃO DE TRABALHO DECENTE 4
2.2 PRIORIDADES DA AGENDA NACIONAL DE TRABALHO DECENTE 4
2.3 QUAIS FORAM OS AVANÇOS DESDE 2003 NESTAS PRIORIDADES 4
2.4 TRABALHODECENTE EM SUA REGIÃO, SEGUNDO A RESOLUÇÃO OIT 4
2.5 VIABILIDADE DO TRABALHO DECENTE PARA AS EMPRESAS 4
2.6 PAPEL DO ADMINISTRADOR NA PROMOÇÃO DO TRABALHO DECENTE 4
2.7 ANÁLISE DE COESÃO E COERÊNCIA DOS TEXTOS 4
3 CONCLUSÃO 5
INTRODUÇÃO

Este artigo tem como finalidade, esclarecer e ampliar a discussão acerca do tema trabalho decente, de acordo com estudos da OrganizaçãoInternacional do Trabalho (OIT), trazendo pontos relevantes sobre o assunto, no sentido de nos fazer refletir e acompanhar os avanços que estão acontecendo nessa área.
















DESENVOLVIMENTO


1 DEFINIAÇÃO DE TRABALHO DECENTE

A organização Internacional do Trabalho (OIT) é uma agência multilateral ligada a Organização das Nações Unidas (ONU). De acordo com amesma, trabalho decente é definido como um "trabalho adequadamente remunerado, exercido em condições de liberdade, eqüidade e segurança, capaz de garantir uma vida digna". É um conceito bastante abrangente, que permiti ser adaptado a qualquer país.
O trabalho decente é uma condição fundamental para a superação da pobreza e redução das desigualdades sociais, pois só provendo adignidade ao ser humano teremos uma sociedade sustentável.







2 PRIORIDADES DA AGENDA NACIONAL DE TRABALHO DECENTE

A Agenda Nacional de Trabalho Decente se estrutura a partir das três seguintes prioridades:
• Prioridade 1: Gerar mais e melhores empregos com igualdade de oportunidades e de tratamento.
• Prioridade 2: Erradicar o trabalho escravoe eliminar o trabalho infantil, em especial em suas maiores formas.
• Prioridade 3: fortalecer os atores tripartites e o diálogo social como um instrumento de governo democrático.

3 QUAIS FORAM OS AVANÇOS DESDE 2003 NESTAS PRIORIDADES

Apesar de ainda persistirem desafios como a diferença salarial entre homens e mulheres, entre trabalhadores brancos e negros, elevadonúmero de jovens que não trabalham nem estudam e a existência de trabalho forçado, a Agenda Nacional do Trabalho registrou significativos avanços desde 2003. Foi mantida a trajetória de crescimento da participação das mulheres no mercado de trabalho. A retomada de um ritmo mais elevado e consistente de crescimento econômico, aliada a uma maior elasticidade produto-emprego, após 2003, repercutiudireta e positivamente no mercado de trabalho e a taxa de desemprego declinou sistematicamente, passando de 9,9% em 2003 para 8,3% em 2007. Nesse mesmo período, acelerou-se o ritmo de expansão do emprego formal e, por conseguinte, a informalidade diminuiu. A taxa de formalidade (2) aumentou de 43,9% para 49,5% entre 1999 e 2007.
Impulsionados pelo controle da inflação (a partir de 1994,com a implantação do Plano Real) e pelo aumento real do salário mínimo, sobretudo a partir de 2003, os níveis de rendimentos dos trabalhadores expandiram-se e contribuíram para a redução da pobreza e da desigualdade e melhoria geral das condições de vida da população.
O trabalho infantil experimentou um significativo declínio. O número de crianças e adolescentes ocupados, entre 5 e 17 anos deidade, reduziu-se de 8,42 milhões (19,6% do total) para 4,85 milhões (10,8%) entre 1992 e 2007, significando uma diminuição de cerca de 3,57 milhões em números absolutos – o correspondente ao conjunto de toda a população do Uruguai. Ainda no âmbito do trabalho a ser abolido, cresceu exponencialmente o número de trabalhadores libertados de situações de trabalho forçado e/ou em condições análogas à...
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