Trabalho de perfumes e

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aromatizantesCentro universitário padre anchieta

PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRIAIS

Jundiaí / SP
2012

Centro universitário padre anchieta

o universitário padreanchieta
AAA

David Wellington Neves – RA – 1001570
Tiago Marcel Cacozzi – RA - 1006214
THIAGO CESAR N 52 RA: 0834790

PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRIAIS
INDÚSTRIA DE PERFUMES E AROMATIZANTES

Trabalho apresentado àdisciplina de processos químicos industriais, do 6° semestre do curso de Engenharia de Produção, sob a orientação da Prof. Fernanda Palladino

Jundiaí / SP
2012
SUMÁRIO

OBJETIVO 1

HISTÓRIA 1

DEFINIÇÃO 2

COMPOSIÇÃO QUÍMICA DAS FRAGRÂNCIAS 2

CONSTITUINTES: 5

CLASSIFICAÇÃO 6

ÓLEOS ESSENCIAS 7

QUÍMICA DOS ÓLEOS ESSENCIAS 9

MÉTODOS DE OBTENÇÃO 10

EXTRAÇÃO POR CO2SUPERCRÍTICO 12

ETAPAS DE FABRICAÇÃO 13

FLUXOGRAMA 14

CONCLUSÃO 15

BIBLIOGRAFIA 15

1
OBJETIVO
O presente trabalho objetiva mostrar o surgimento das essências, a evolução na sua obtenção, diversidade de produtos, evolução no mercado consumista e destacar os métodos químicos para uma produção de escala industrial.

HISTÓRIA
Assim que o homem descobriu o fogo, aprendeuque a queima de algumas madeiras, resinas e ervas, libertavam aromas agradáveis e tudo o que era agradável os povos primitivos utilizavam para agradar aos deuses. Esta prática foi adoptada pelos Egípcios que, através de rituais específicos, queimavam substâncias aromáticas em diferentes horas do dia. O papel do perfume nos rituais religiosos foi dominante até ao século XVI a.C.
A partir dessaaltura, ou seja entre os anos 1580 e 1085 a.C., os perfumes eram utilizados de duas maneiras, ou queimados na forma de incenso ou aplicados no corpo através de bálsamos e óleos perfumados com intuitos médicos, mas também cosméticos, aos quais as mulheres egípcias começaram a recorrer com frequência, utilizando-os como armas de sedução. Diz-se que Cleópatra era perita nesta arte, mas também na artede confeccionar os seus próprios perfumes. Aliás, os egípcios começaram a utilizar os seus vastos conhecimentos na área para criar os óleos necessários para embalsamar os seus mortos, prática que dominaram como mais ninguém. Da sua contribuição para a história do perfume ficaram ainda alguns dos primeiros frascos de perfume em vidro. As fragrâncias perfumadas seguiram depois para todo o mundo.Na Índia, e depois de uma utilização inicial restritamente religiosa, tornaram-se num dos maiores prazeres das mulheres indianas, que passavam horas a fio submersas em banhos perfumados ou a untarem o corpo com óleos divinais. Nessa altura, uma mulher que não estivesse perfumada, era uma mulher que não estava bem! Na China e no Japão, os perfumes não eram diretamente aplicados no corpo, mas eramutilizados para pulverizar os kimonos ou usados num saquinho ao pescoço. Seguiu-se uma paragem na Grécia. Os gregos aperfeiçoaram a técnica dos egípcios, ao juntarem óleos perfumados com flores, as especiarias, bálsamos e gomas. Na realidade, introduziram a técnica de maceração, que implicava a imersão de substâncias orgânicas (neste caso utilizavam principalmente rosas, lírios e violetas) emóleos quentes.
Na Grécia, os heróis falecidos em combate eram homenageados com a queima de perfumes e Hipócrates utilizou-os na prática medicinal, no entanto, estes aromas continuaram a ser fonte de muitos prazeres. Centro de todos os luxos e excessos, não é difícil de imaginar o sucesso do perfume quando chegou ao Império Romano. Desde pulverizar as solas das suas sandálias e as cabeças dosconvidados de qualquer banquete, às soleiras das portas e as bandeiras militares para trazer sorte, a vida romana era afogada em uso de perfumes. Reza a história que quando Cleópatra deixava Marco António, ordenava que as velas do seu navio fossem embebidas em perfume, para que o vento deixasse um rasto para o seu amante. Acima de tudo, os romanos destacaram-se pela forma como desenvolveram e...
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