Trabalho de marketing

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MACROAMBIENTE



Economia brasileira

A economia brasileira cresceu 0,4% no segundo trimestre (de abril a junho) de 2012 em relação aos três primeiros meses de 2012, segundo informou nesta sexta-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em valores correntes, a soma de todas as riquezas produzidas pela economia no período alcançou R$ 1,1 trilhão.
O resultado veioabaixo dos 0,5% esperados pelo mercado, mas em linha com a previsão do Banco Central, que esperava uma alta de 0,38%, de acordo com o Índice de Atividade Econômica do BC, o IBC-Br – um indicador criado pela autoridade monetária para tentar antecipar o resultado do PIB. Apesar do resultado fraco, o desempenho do PIB frente ao trimestre anterior foi o melhor desde abril a junho de 2011, quando crescera0,6%.
No semestre, a economia brasileira cresceu 0,6% sobre o mesmo período do ano passado.

Previsões
O resultado divulgado pelo IBGE reforça a perspectiva do mercado de um crescimento modesto no ano. Segundo o boletim Focus, que reúne as expectativas dos analistas, a projeção é de um crescimento de 1,73% no ano.
O Banco Central é pouco mais otimista, projetando uma alta de 2,5%. Já aexpectativa do Ministério do Planejamento confia com o PIB alcançando um crescimento anualizado de cerca 4% no último trimestre, segundo o ministro da Fazenda, Guido Mantega.
PIB do Brasil em 2012
1º e 2º Trimestres  de 2012
- O PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil no primeiro trimestre de 2012, divulgado pelo IBGE em 1 de junho, apresentou um crescimento de apenas 0,1% entre janeiro e março. Foi umcrescimento fraco que aponta um processo de desaceleração da economia em 2012.
- Já no 2º trimestre de 2012 (abril a junho) a economia brasileira voltou a decepcionar registrando um aumento fraco de 0,4% (dados divulgados pelo IBGE em 31 de agosto) em comparação ao trimestre anterior. As medidas do governo (queda de juros e redução de IPI para alguns setores da economia) não resultaram nocrescimento econômico esperado.
- Nos últimos doze meses (até junho de 2012) o PIB brasileiro cresceu apenas 1,2%.
Principais fatores que causaram o fraco crescimento do PIB no primeiro trimestre de 2012:
- Crise econômica na Europa;
- Queda no consumo interno (principalmente das famílias), provocado principalmente pelo aumento do endividamento das famílias;
- O aumento das importações (maior que asexportações) e o clima prejudicaram o setor agropecuário que apresentou uma retração de 7,3%.
- O crescimento fraco do setor de serviços: apenas 0,6%.
Os fatores que ajudaram a queda não ser maior:
- O setor industrial, movido pelo aumento das receitas das industriais, apresentou um crescimento de 1,7%.
- Os gastos do governo aumentaram 1,5%
Inflação
Sobre a inflação, a previsão para oÍndice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2012 passou de 5,20% para 5,24% na semana passada. Esta foi a nona semana seguida de aumento. Para 2013, a expectativa dos analistas para o IPCA avançou de 5,51% para 5,54%.
Pelo sistema de metas de inflação, que vigora no Brasil, o BC tem de calibrar os juros para atingir as metas pré-estabelecidas, tendo por base o Índice Nacional de Preços aoConsumidor Amplo (IPCA). Para 2012, 2013 e 2014, a meta central de inflação é de 4,5%, com um intervalo de tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. Deste modo, o IPCA pode ficar entre 2,5% e 6,5% sem que a meta seja formalmente descumprida. O BC busca trazer a inflação para o centro da meta de 4,5% neste ano, visto que, em 2011, a inflação ficou em 6,5% – no teto do sistemade metas.



Taxa básica de juros

Para a taxa básica de juros da economia brasileira no fim deste ano, a expectativa do mercado financeiro permaneceu em 7,25% ao ano – o que pressupõe uma nova redução de 0,25 pontos percentual, por parte do Banco Central. Atualmente, os juros estão em 7,5% ao ano. Para o fim de 2013, por sua vez, a previsão recuou de 8,5% para 8,25% ao ano. O mercado...
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