TRABALHO DE FISIOLOGIA TRATO GASTROINTESTINAL

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Universidade Federal de Mato Grosso
Faculdade de Nutrição
Curso de Graduação em Nutrição









Fisiologia: Trato gastrointestinal
















Cuiabá – MT
2015

Universidade Federal de Mato Grosso
Faculdade de Nutrição
Curso de Graduação em Nutrição









Fisiologia: Trato gastrointestinal





Trabalho apresentado para obtenção de avaliação parcial na disciplina de Fisiologia, nocurso de Nutrição, na Universidade Federal de Mato Grosso, Campus Cuiabá.

Orientadora: Prof.ª Marise.



Cuiabá – MT
2015
ESTUDO DIRIGIDO DE FISIOLOGIA
ASSUNTO REFERENTE AO TRATO GASTROINTROINTESTINAL


1. BOCA:









2. ÊSOFAGO:

A função primaria do esôfago é a de conduzir rapidamente o alimento da faringe para o estomago, e seus movimentos são organizados de modo especifico para essafunção. O esôfago normalmente apresenta dois tipos de movimentos peristálticos: peristaltismo primário e peristaltismo secundário. Peristaltismo primário é simplesmente a continuação da onda peristáltica que começa na faringe e se prolonga ao esôfago, durante o estado faríngeo da deglutição.
Se a onda peristáltica primaria não consegue mover todo alimento que entrou no esôfago para o estomago, ocorre umadistensão do esôfago pelo alimento retido que continuam ate o completo esvaziamento do esôfago, esse processo se chama de movimento peristáltico secundário. A mesma é deflagrada em partes, por circuitos neurais intrínsecos do sistema nervoso miontérico, e em parte por reflexos iniciados na faringe e transmitidos de fibras vagais aferentes para o bulbo retornando para o esôfago por fibras nervosaseferentes vagais.
Quando a onda peristáltica da deglutição desce pelo o esôfago, ocorre o “relaxamento receptivo” permitindo a fácil propulsão do alimento deglutido para o estomago.
As secreções gástricas são muito acidas contendo enzimas proteolíticas. A mucosa esofágica, exceto nas porções bem inferiores do esôfago, não é capaz de resistir, por muito tempo, as ações digestivas das secreçõesgástricas. Felizmente, a contrição iônica do esfíncter esofágico inferior evita significativo refluxo do conteúdo gástrico para o esôfago, exceto em circunstancias anormais.
Em resumo, as secreções esofágicas são totalmente mucosas e fornecem, principalmente, a lubrificação para a deglutição. O corpo principal do esôfago é revestido com muitas glândulas mucosas simples. Na terminação gástrica e empequena extensão, na porção inicial do esôfago, existem também muitas glândulas mucosas compostas. O muco produzido pelas glândulas compostas no esôfago superior evita a escoriação mucosa causada pela nova entrada de alimento, enquanto as glândulas compostas, localizadas próximas à junção esofagogástrica, protegem a parede esofágica da digestão por sucos gástricos ácidos que, com frequência, refluemdo estômago para o esôfago inferior. A despeito dessa proteção, ainda assim pode-se, às vezes, desenvolver úlcera péptica na terminação gástrica do esôfago.


3. ESTÔMAGO:

No estomago são absorvidos nutrientes como o álcool, sais minerais e água. O único nutriente digerido pelo estomago é a proteína, que se decompõe em fragmentos menores com a ação da enzima pepsina. No estômago, o alimento émisturado com a secreção estomacal, o suco gástrico (solução rica em ácido clorídrico e em enzimas (pepsina e renina). A pepsina decompõe as proteínas em peptídeos pequenos. A renina, produzida em grande quantidade no estômago de recém-nascidos, separa o leite em frações líquidas e sólidas. No estômago, o bolo alimentar é armazenado e misturado com o suco gástrico que é constituído, principalmente,pelo ácido clorídrico, que mantém o pH ácido estomacal. A liberação do suco gástrico é controlada pelo hormônio gastrina. 
A acidez favorece a ação da principal enzima, a pepsina, uma protease cuja forma inativa é o pepsinogênio, mas que em ambiente ácido transforma-se em pepsina que quebra as ligações químicas entre os aminoácidos de uma proteína. 
Como resultado da digestão química do bolo...