Trabalho de filosofia do direito no brasil

Disponível somente no TrabalhosFeitos
  • Páginas : 5 (1001 palavras )
  • Download(s) : 0
  • Publicado : 22 de maio de 2012
Ler documento completo
Amostra do texto
UNIVERSIDADE BRAZ CUBAS
DIREITO

















ANALISE E INTERPRETAÇÃO
A FILOSOFIA DO DIREITO NO BRASIL































MOGI DAS CRUZES

MAIO/2010


UNIVERSIDADE BRAZ CUBAS
DIREITO

















ANALISE E INTERPRETAÇÃO
A FILOSOFIA DO DIREITO NO BRASILTrabalho apresentado como requisito parcial à obtenção de título de bacharel em Direito, sob a orientação da professora Neusa Aparecida da Universidade Braz Cubas – UBC.












MOGI DAS CRUZES

MAIO/2010






A FILOSOFIA DO DIREITO NO BRASIL - PAULO NADER






A filosofia do direito no Brasil mostra a grande importância que teve a obrade Tomás Antonio Gonzaga para o Brasil- Colônia, já que sua obra foi um dos primórdios do trabalho jusfilosófico podendo ser considerado como um dos primeiros trabalhos desse tipo para a época, sua obra apresenta um pensamento de caráter jus naturalista com uma inspiração teológica acreditando ser Deus o princípio do Direito Natural, vislumbrando dois principais princípios “de ser” e o “deconhecer”.


No século XIX a Filosofia Jurídica Brasileira foi dividida em três partes: 1°Geral onde reunia os princípios primários e mais abstratos. 2°Especial que o núcleo de abordagem dos direitos naturais e por fim 3° Aplicada que é a avaliação racional e jurídica dos intuídos familiares. Entre as correntes filosóficas em ascensão nas últimas décadas do século XIX, o positivismo foia que mais repercussão teve no seio do pensamento brasileiro. A razão fundamental desse fato radica na pré-existente tradição cientificista que se iniciou com as reformas pombalinas, à luz das quais se estruturou todo o sistema de ensino superior, em bases que privilegiavam a ciência aplicada e a instrução estritamente profissional. Isso explica a tardia aparição da idéia de universidade. Opositivismo teve no Brasil quatro manifestações diferentes: a ortodoxa: que criou Igreja Positivista Brasileira, com o propósito de fomentar o culto da "religião da humanidade; a ilustrada: defendia o plano proposto por Comte na primeira parte da sua obra, até 1845, antes de formular a sua "religião da humanidade", e que poderia ser sintetizado assim: o positivismo constitui a última etapa(científica) da evolução do espírito humano, que já passou pelas etapas teológica e metafísica e que deve ser educado na ciência positiva, a fim de que surja, a partir desse esforço pedagógico, a verdadeira ordem social, que foi alterada pelas revoluções burguesas; a política: que mudou as funções legislativas passavam às mãos do poder executivo, sendo os outros dois poderes públicos (legislativo ejudiciário) tributários do executivo hipertrofiado; a militar: estruturou-se paralelamente à ilustrada, projetando ao longo das últimas décadas do século XIX o ideário cientificista pombalino, conforme destacou Antônio Paim [1980: 259]: "A adesão às doutrinas de Comte por parte dos líderes da Academia Militar, deu-se no estreito limite em que contribuiu para desenvolver as premissas do ideário pombalino,quer dizer, a crença na possibilidade da moral e da política científicas.Para comprová-lo, basta comparar as funções às que Comte destinava as forças armadas e o papel que Benjamin Constant atribui ao Exército”


A filosofia positivista foi vigorosamente criticada pela corrente denominada de "Escola do Recife", os pensadores dessa escola protagonizaram uma clara reação contra asduas formas de pensamento que dominavam o panorama filosófico nacional nas últimas décadas do século XIX: o ecletismo espiritualista e o positivismo. Apesar de que no início os seus principais expoentes tivessem tomado elementos do monismo de Haeckel (1834-1919) e da própria filosofia contemporânea, muito cedo superaram esses limitados pontos de vista para se abrirem às idéias que garantiriam a...
tracking img