Trabalho de física acidente nuclear em tricastin-frança 2008

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Trabalho de Física
Acidente Nuclear em Tricastin-França 2008



Usina nuclear de Tricastin sofre vazamento de gás carbono 14 e é o sexto acidente nuclear na França em um mês.

Um campo de girassóis em frente à central nuclear Areva em Tricastin, em Bollene, no sul da França. Foto: Fred Dufour / AFP / Getty Images
De acordo com a Autoridade de Segurança Nuclear (ASN), o incidente foiclassificado com o grau 1, em uma escala com oito níveis para acidentes nucleares, mas, ainda assim, a Socatri ( operadora da usina de Tricastin), foi proibida de produzir mais resíduos desse tipo até o final de ano. Por Henrique Cortez, do Eco Debate, com Agências.
A Socatri, filial da Areva, já constatara em 4/7, que já havia ultrapassado o limite de emissão de Carbono 14, situação que continuouaté agora, justificando a decisão da ASN de proibir atividades que, potencialmente, possam produzir o gás radioativo.
Entre 7 e 8 de julho, a mesma usina sofreu um vazamento de 74 quilos de urânio, que, segundo a administração da usina, teria “contaminado ligeiramente” uma centena de trabalhadores.
Alguns dias depois, um vazamento de efluentes radioativos em Romans-sur-Isère (Drôme) foi tambémclassificada no nível 1.
No dia 18/7 15 funcionários foram ligeiramente” contaminados ” por radiação, durante trabalhos de manutenção em uma unidade da central nuclear de Saint-Alban/Saint-Maurice.
Cinco dias depois, outro incidente na central de Tricastin contaminou “sem gravidade” cem trabalhadores da central nuclear.
Estima-se que quase uma centena de incidentes nucleares, classificados nãoperigosos, ocorrem anualmente na França.
Segundo a usina de energia nuclear, os funcionários foram contaminados durante a manutenção de um dos reatores que estava fechado desde um acidente.( BandNews, 24/07/2008, 0m39s).

Durante a operação de manutenção realizada em um dos reatores da usina nuclear de Tricastin, no sul da França, substâncias radioativas vazaram, contaminando muito levemente umacentena de empregados. Segundo autoridades francesas, as substâncias chegaram a atingir dois rios próximos ao local. Autoridades chegaram a proibir o consumo de água e a prática de pesca e esportes nos rios.


Consenso nuclear começa a enfrentar resistência na França
Com 58 centrais, a França é, proporcionalmente à população, o país com o maior número de usinas atômicas no mundo. Mas, mesmo numanação habituada ao consenso nuclear, a resistência se levanta.

Alexander Musik

Ao fundo, a usina nuclear de Tricastin, na França
Como primeiro chefe de Estado estrangeiro a visitar o Japão após a catástrofe de 11 de março, o presidente francês, Nicolas Sarkozy, exigiu nesta quinta-feira (31/03) em Tóquio padrões internacionais de segurança para as usinas nucleares.
Sarkozy sugeriu aindaa realização de uma conferência internacional sobre o tema, que deverá reunir as 20 principais economias do mundo (G20) em Paris, em maio próximo. Com 80% da energia produzida em seu país por usinas nucleares, Sarkozy tem bons motivos para tratar da questão.
Logo após a catástrofe nuclear em Fukushima, o presidente francês deixou claro que uma desistência da energia nuclear estaria fora decogitação em seu país. Afinal, os reatores franceses seriam os mais seguro do mundo, assegurou Sarkozy. E o ministro francês da Indústria, Eric Besson, completou: os franceses terão que enfiar a mão mais fundo no bolso caso o país venha a produzir menos energia nuclear.
Pouco antes, os verdes franceses haviam proposto um referendo para decidir sobre a desistência nuclear – uma novidade na França, onde aAreva, maior empresa local de energia nuclear, com participação majoritária estatal, é quase intocável.
"Na França, tivemos a sorte de realizar a maior parte do programa nuclear numa época em que a opinião pública queria reagir à crise do petróleo", disse Bertrand Barré, que foi diretor de comunicação científica na central parisiense da Areva e hoje é conselheiro da empresa.
Segundo o...
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