Trabalho de estradas

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INTRODUÇÃO
Este presente trabalho visa pesquisar alguns tópicos relacionados à construção de estrada, sendo elas: Curvas de transição, Superelevação – escolha e diagrama, Diretriz básica e Linha base, apresentando na forma documentada ao professor e uma apresentação visual de forma sucinta aos colegas de classe.

1 - CURVAS HORIZONTAIS COM TRANSIÇÃO
Quando um veículo passa de um alinhamentoreto para um trecho curvo, surge uma força centrífuga atuando sobre o mesmo, que tende a desviá-lo da trajetória que normalmente deveria percorrer. Este fato representa um perigo e desconforto para o usuário da estrada.
Em outras palavras, a partir da passagem pelo PC, o veículo segue uma trajetória de “transição intermediária” entre a tangente e a curva, a qual varia de acordo com a velocidade, oraio de curvatura e a superelevação. O problema se acentua quando se aumenta a velocidade e se reduz o raio de curvatura, pois a transição se processa numa distância maior, podendo resultar até na invasão da faixa adjacente, como representado pela Fig. 1.

Figura 1 : Problema de invasão da faixa adjacente nas curvas

Uma rodovia para permitir essa transposição com conforto e segurança deveter um alinhamento, o máximo possível, segundo essa transição, ou seja, deve acompanhar a tendência dos veículos que por ela transitam.
Do ponto de vista teórico, o que se deseja é limitar a ação da força centrífuga sobre o veículo, para que sua intensidade não ultrapasse um determinado valor. Isso se consegue através da utilização de uma curva de transição intercalada entre o alinhamento reto(trecho em tangente) e a curva circular. Esta transição é realizada com o fim de distribuir gradativamente o incremento da aceleração centrífuga. Esta curva de transição tem o seu raio de curvatura passando gradativamente do valor infinito (no ponto de contato com a tangente) ao valor do raio da curva circular. Este ponto de encontro das duas curvas, com o mesmo raio, é conhecido como ponto osculador.Existem vários critérios diferentes visando orientar o estabelecimento do limite de emprego de curvas de transição. Para fins de projetos rodoviários convencionais, o DNER recomenda o critério associado à velocidade diretriz resumido pelos valores constantes da Tabela 1, apresentada a seguir. Segundo esse critério, permite-se a dispensa do uso da curva de transição quando a aceleração centrífugaa que o veículo é submetido na curva for igual ou inferior a 0,4 m/s2.

Tabela 1: Valores-limite dos raios R acima dos quais podem ser dispensadas curvas de Transição

1.1 - TIPOS DE CURVAS
São em número de quatro as curvas que podem ser auxiliares como transição:
1.1.1 - CLOTÓIDE (também denominada ESPIRAL DE CORNU, RADIÓIDE AOS ARCOS ou ESPIRAL DE AN LEBER),

Figura 2 – Clotóide

Emvários casos usa-se a ESPIRAL DE CORNU como curva de transição entre a tangente e a curva circular, na concordância horizontal de traçados rodoviários e ferroviários.
A adoção de espirais proporciona uma série de vantagens ao traçado da estrada, tais como:
• aumento e diminuição gradativa da força centrífuga que atua sobre os veículos nas curvas;
• a transição entre a inclinação transversal dotrecho em tangente para a superelevação do trecho em curva pode ser efetuada na curva de transição;
• no caso de superlargura numa seção transversal em curva circular, a espiral facilita a transição da largura do trecho em tangente para o trecho alargado na curva circular;
• a visualização da estrada torna-se melhor pela supressão de descontinuidade no início e no fim das curvas circulares.
ACLOTÓIDE, pois é a curva comumente utilizada no Brasil.

Por definição, a clotóide ou espiral é uma curva tal que os raios de curvatura em qualquer de seus pontos é inversamente proporcional aos desenvolvimentos de seus respectivos arcos.

1.1.2 - LEMNISCATA DE BERNOUILLE

Figura 3 – Lemniscata de Bernouille

1.1.3 - CURVA ELÁSTICA (também denominada de RADIÓIDE ÀS ABSCISSAS)

Figura 3...
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