Trabalho de economia

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  • Publicado : 10 de setembro de 2012
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Escola Fisiocrática: Liderada por François Quesnay, pregando que:
- A terra e a natureza representam o fator econômico produtivo;
-A ordem natural ou governo da natureza conduzem a vida econômica;
-Só a terra tinha a capacidade de multiplicar a riqueza.

Para os fisiocratas, a riqueza consistia em bens produzidos com a ajuda da natureza, em atividades econômicas como: a lavoura, a pesca e amineração. Obs:. Quesnay, foi quem primeiro dividiu a economia em setores, mostrando a relação entre eles.

Escola Clássica ou Liberal: Liberada por Adam Smith (1723-1790) e David Ricardo (1772-1823), estabelecendo que:
- A verdadeira fonte de riqueza é o trabalho;
- A produtividade decorre da divisão do trabalho, e essa, decorre da tendência de troca, que é estimulada, pela ampliação dosmercados;
- O papel do Estado na economia, deveria corresponder a proteção da sociedade e que a iniciativa individual deveria ser incentivada.

ANTIGUIDADE 

Não existia teorias ou escolas econômicas. Surgiu o trabalho escravo. Na antiguidade a atividade econômica era autárquica, pois o meio rural produzia todos os meios necessários para sua sobrevivência e abastecia as necessidades das cidades.Pelo enfoque de Max Weber, as cidades não teriam um papel produtivo, seriam menos consumidoras das riquezas produzidas no campo.

Desta forma, as terras se tornariam a maior riqueza da antiguidade e os seus proprietários os dirigentes desta sociedade. A Grécia Antiga não tinha produção suficiente de alimentos. Isso fez com que ela comprasse esses produtos no exterior e pagava com azeite evinho.

O Império Romano desenvolveu bastante o comércio exterior, mesmo porque Roma dominava o mundo. Os romanos negociavam até com países distantes, como China e Índia.


1. Fisiocracia (Séc. XVIII)

Doutrina de ordem natural: O Universo é regido por leis naturais, absolutas e imutáveis e universais , desejadas pela Providência divina para a felicidade dos homens.
A palavra fisiocraciasignifica governo da natureza. Isto é, de acordo com o pensamento fisiocrata as atividades econômicas não deveriam ser reguladas de modo excessivo e nem guiadas por forças "antinaturais". Deveria- se conceder uma maior liberdade a essas atividades, afinal "uma ordem imposta pela natureza e regida pelas leis naturais" governaria o mercado e tudo se acomodaria como tivesse que ser.
Na fisiocracia abase econômica é a produção agrícola, ou seja, um liberalismo agrário, onde a sociedade estava dividida em três classes:
♦ a classe produtiva, formada pelos agricultores.
♦ a classe estéril, que engloba todos os que trabalham fora da agricultura (indústria, comércio e profissões liberais);
♦ a classe dos proprietários de terra, que estava ao soberano e aos recebedores de dízimos (clero).
A classeprodutiva garante a produção de meios de subsistência e matérias primas. Com o dinheiro obtido, ela paga o arrendamento da terra aos proprietários rurais, impostos ao Estado e os dízimos; e compra produtos da classe estéril - os industriais. No final, esse dinheiro volta à classe produtiva, pois as outras classes têm necessidade de comprar meios de subsistência - matérias primas. Dessa maneira,ao final, o dinheiro retorna ao seu ponto de partida, e o produto se dividiu entre todas as classes, de modo que assegurou o consumo de todos.
Para os fisiocratas, a classe dos lavradores era a classe produtiva, porque o trabalho agrícola era o único que produzia um excedente, isto é, produzia além das suas necessidades. Este excedente era comercializado, o que garantia uma renda para toda asociedade. A indústria não garantia uma renda para a sociedade, visto que o valor produzido por ela era gasto pelos operários e industriais, não criando, portanto, um excedente e, conseqüentemente, não criando uma renda para a sociedade.
O papel do Estado se limitava a ser o guardião da propriedade e garantidor de liberdade econômica, não deveria intervir no mercado ("laissez-faire, laissez-passer"...
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