Trabalho de economia sobre a crise econômica no setor de produção automobilística

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UNIVERSIDADE SALGADO DE OLIVEIRA
PRÓ-REITORIA ACADÊMICA
CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
DISCIPLINA DE ECONOMIA I














A CRISE ECONÔMICA NO SETOR
DE PRODUÇÃO AUTOMOBILÍSTICA












SANDRO ALESTINO MATEUS NARCISO







Recife, 2009


SANDRO A. M. NARCISO
















A CRISE ECONÔMICA NO SETOR
DE PRODUÇÃO AUTOMOBILÍSTICATrabalho solicitado pelo Professor Frederico Cavalcanti da disciplina de ECONOMIA I do curso de Engenharia da Produção da Universidade Salgado de Oliveira – UNIVERSO, como parte dos requisitos para avaliação.






Recife, 2009


SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO
2 RESUMO
3 CRISE ECONOMICA
• CAUSAS E CONSEQUÊNCIAS
4 A CRISE ECONOMICA NO SETOR DE PRODUÇÃO AUTOMOBILÍSTICA
•NOS ESTADOS UNIDOS
• NA ÁFRICA DO SUL
• NO BRASIL
• NA ALEMANHA
• NO JAPÃO
• NO REINO UNIDO
5 CONCLUSÃO
6 BIBLIOGRAFIA


1. INTRODUÇÃO
Segundo George Soros, presidente do conselho da Soros Fund Management a crise atual foi precipitada por uma bolha no mercado de residências e, em certos aspectos, é muito similar às crises que ocorreram desde a Segunda Guerra Mundial, em intervalos dequatro a 10 anos. Entretanto, Soros faz uma importante distinção entre essa crise e as anteriores, considerando a crise atual como o clímax de uma superexpansão (super-boom) que ocorreu nos últimos 60 anos. Segundo Soros, os processos de expansão-contração (boom-bust ) giram ao redor do crédito, e envolvem uma concepção erronea, que consiste na incapacidade de se reconhecer a conexão circularreflexiva entre o desejo de emprestar e o valor das garantias colaterais. Crédito fácil cria uma demanda que aumenta o valor das propriedades, o que por sua vez aumenta o valor do crédito disponível para financiá-las. As bolhas começam quando as pessoas passam a comprar casas na expectativa de que sua valorização permitirá a elas refinanciar suas hipotecas, com lucros. Isso foi o que aconteceu nessaúltima crise.

2. RESUMO
Tudo começou em 2001, com o furo da "bolha da Internet". Para proteger os investidores, Alan Greenspan, presidente da Reserva Federal Americana, decidiu orientar os investimentos para o setor imobiliário. Adotando uma política de taxas de juros muito baixas e de redução das despesas financeiras, induziu os intermediários financeiros e imobiliários a incitar uma clientela cadavez maior a investir em imóveis, principalmente através da Fannie Mae e da Freddie Mac que já vinham crescendo muito desde que diferentes governos e políticos dosEstados Unidos as usaram para financiar casas aos mais pobres. O governo garantia os investimentos feitos por estas duas empresas. Bancos de vários países do mundo, atraídos pelas garantias do governo, acabaram emprestando dinheiro aimobiliárias através da Fannie Mae e da Freddie Mac que estavam autorizadas a captar empréstimos em qualquer lugar do mundo. Foi assim criado o sistema das hipotecas subprimes, empréstimos hipotecários de alto risco e de taxa variável concedidos às famílias "frágeis", ou seja, para os clientes apelidados deninja, do acrônimo sem renda, sem emprego e sem patrimônio. Na realidade, eram financiamentosde casas, muitas vezes conjugados com a emissão de cartões de crédito, concedidos a famílias que os bancos sabiam de antemão não ter renda familiar suficiente para poder arcar com suas prestações. Num passo seguinte, os bancos que criaram essas hipotecas criaram derivativos negociáveis no mercado financeiro, instrumentos sofisticados para securitizá-las, isto é, transformá-las em títulos livrementenegociáveis - por elas lastreados - que passaram a ser vendidos para outros bancos, instituições financeiras, companhias de seguros e fundos de pensão pelo mundo afora. Por uma razão que se desconhece, as agências mundiais de crédito deram a chancela de AAA - a mais alta - a esses títulos. Quando a Reserva Federal, em 2005, aumentou a taxa de juros para tentar reduzir a inflação, desregulou-se...
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