Trabalho crise

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CENTRO UNIVERSITÁRIO PLANALTO DO DISTRITO FEDERAL













Os efeitos da Crise Econômica Mundial no Brasil















Nome: Rayane de Sousa Santiago RA 02410003168
Nome: Charles Ferreira Barreto RA 02410003769






Brasília – DF
Novembro de 2011


Os Efeitos da Crise Econômica Mundialno Brasil


A crise econômica americana está na sua essência sendo causada por diversos fatores.
1) A gula de Wall Street e de outros grupos de negócios similares americanos, que inventam maneiras de fazer o dinheiro, mas não podem validar seus modelos do negócio por todo o tempo
2) a economia dos Estados Unidos não é capaz de sustentar as taxas de crescimento passadas, por conta de muitosfatores , especialmente, na minha opinião, pela competição global e excessiva saída de dinheiro do país para gastos com petróleo e guerra.
3) Muitas mais casas permanecem sem ser vendidas, por preços muito menores do que foram compradas. Os proprietários não conseguem suportar a variação das taxas de amortização, podem ter recursos para o aumento em mortgages de taxa variável, e desde que não têmnenhuma equiparação salarial, para continuar pagando, se afastam das responsabilidades de proprietários. Investidores internacionais e americanos, que tem recursos em caixa, em vez de ações, estão levando vantagens sobre os que tem propriedades, o que deve continuar assim por um longo tempo.
4) Nós temos aumentos significativos no custo de vida, sobre alimentos, artigos de consumo, doscombustíveis e todos os seus derivados. Os preços do petróleo nunca foram mais elevados (US$ 4 o galão para 92%). Os americanos gastam agora menos em comer nos restaurantes, passeios de férias, compra de vestuário e eletrônicos, carros novos, etc., o que acaba impactando todos os negócios. A exceção é a luxúria, (aqueles que possuem muito dinheiro continuam esbanjando.) e jogos. (Las Vegas teve queda de menosde 1% no faturamento em janeiro de 2008, se comparado ao ano anterior.
5) Assim como estão baixos os níveis de novas locações, o empreendimento de novos negócios está baixo, o que mantém todo o ciclo em baixa. Somente quando Wall Street terminar de jogar fora todos os maus débitos das caras taxas americanas, e o Tesouro Americano interromperem a impressão de mais dinheiro imprimir o dinheiro, aeconomia irá reencontrar o seu rumo e voltar a crescer.
Até agora os efeitos da crise internacional na economia brasileira foram, predominantemente, de natureza financeira. Como todos sabem, os mercados domésticos de ativos foram duramente atingidos, uma contrapartida ao fato de que o país não poupou esforços em se atirar na aventura especulativa que se desenvolvia no mundo. Entre 2004 e 2008, oBrasil permitiu uma valorização excessiva de sua moeda, incentivando operações que combinavam volumosos ingressos de recursos externos de curto prazo captados a custo baixo mundo afora e aplicações internas que usufruíam das altíssimas taxas de juros que o nosso Banco Central gosta de praticar.

Com a reversão do quadro externo, se foi a ilusão da moeda valorizada. Assim, desde o início da atualfase aguda da crise internacional, passamos a "devolver" a apreciação do Real. Em pouquíssimos meses a nossa moeda acumulou uma desvalorização superior a 30%. Essas intensas oscilações no valor externo da moeda poderiam ser evitadas com uma política econômica mais conseqüente e controles de capitais - na entrada - quando isso era possível. Uma moeda mais competitiva e com menor oscilação de seuvalor externo permitiria uma posição exportadora mais sólida para o país neste momento de crise e evitaria os prejuízos que várias empresas brasileiras tiveram em operações com derivativos, as quais se destinavam a compensar ou proteger os exportadores da excessiva valorização do Real.

O país também não estabeleceu limites e condições de entrada aos investimentos em carteira, que, ao...
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