Tomada de decisão segundo enfoque quantitativo

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FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA – UNIR

CAMPUS DE GUAJARÁ-MIRIM

ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO II

Guajará-Mirim, maio de 2011.

FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA – UNIR

CAMPUS DE GUAJARÁ-MIRIM

TOMADA DE DECISÃO SEGUNDO ENFOQUE QUANTITATIVO

Trabalho apresentado ao professor João Carlos Erpen, como requisito parcial da disciplina deAdministração da Produção II do curso de Administração da Universidade Federal de Rondônia –UNIR- Campus de Guajará-Mirim.

Discentes: Damison Araújo da Silva

Eleonett Dourado Gomes Serra

Gleyciane de Oliveira BellardeRicardo Souza Ribeiro

Roberto Mariobo

Tanous Melhem

Guajará-Mirim, maio de 2011

INTRODUÇÃO

Os homens possuem uma capacidade natural de analisar e solucionar problemas, e foi graças a essa característica, e não à nossa compleição física, que sobrevivemos aosinúmeros predadores que nos devorariam facilmente. Os estudos mostram, no entanto, que, agindo de forma solitária, a mente humana pode ser traiçoeira quando apresentada a um dilema. Por incrível que pareça, descobriu-se que as pessoas costumam começar a discussão de um problema pela conclusão, geralmente já apontando uma saída pela qual têm maior simpatia. Infelizmente, simpatiza-se em geral com aprimeira solução viável que vem à cabeça. Diante de um problema novo, buscamos respostas conhecidas que nos dêem conforto ou que melhorem nossa imagem junto ao pai, à mãe, à mulher, ao marido e aos demais integrantes do grupo social que nos cerca. Chega-se ao acerto por meio do sistema de tentativa e erro. Portanto, recomenda-se cautela quando se fala em “pensar” a respeito de um problema. Não bastasentar-se num canto, fechar os olhos e meditar. Quando agem dessa forma, as pessoas tendem a adotar soluções com base em impulsos, ignorando até mesmo os aspectos mais simples, como se pulassem de pára-quedas sem antes verificar se as cordas estão em ordem e se o equipamento está adequadamente dobrado.

Os trabalhos sérios a respeito do assunto afirmam que as melhores decisões, pelo menosquando se trata de um tema significativo, costumam ser tomadas de uma forma mais disciplinada. Executivos, militares e governantes desenvolveram uma série de ferramentas que auxiliam no processo de tomada de decisões. Muitas delas envolvem a adoção de matrizes ou modelos matemáticos mais complexos. A idéia básica, no entanto, é sempre a mesma: reduzir a subjetividade a sua porção necessária.A adoção de uma metodologia reduz a impulsividade das decisões e dá a quem vai decidir munição objetiva para fazer um julgamento pessoal de cada possibilidade em jogo. É onde entra a chamada intuição. Muita gente se refere à intuição como uma capacidade sobrenatural que alguns teriam de prever o futuro ou de fazer adivinhações. A intuição que interessa aos cientistas, no entanto, não é isso. Aciência define a intuição como a contribuição pessoal dos indivíduos para a solução dos problemas. “Pessoas mais bem treinadas e mais bem formadas têm mais condições de intuir o rumo a seguir”, afirma a psicóloga Ceres Alves de Araujo, da PUC-SP. Praticamente todos os processos que envolvem a tomada de decisões importantes chegam a um ponto em que as dúvidas concretas foram esclarecidas, mas aindaassim não há meios de optar por este caminho ou aquele. Governantes e executivos não têm tempo para fazer cálculos complexos antes de cada uma das suas decisões. A equipe que os segue se encarrega da fatia inicial do trabalho, e eles entram com a experiência pessoal – com a intuição. A essa altura, a decisão costuma caber a um homem só.

Neste trabalho são abordados alguns aspectos que...
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