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SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO
BACHARELADO EM ADMINISTRAÇÃO

ITAMAR ALMEIDA OLIVEIRA

Comunicação e linguagem
VARIAÇÕES DIATÓPICAS E DIASTRÁTICAS

Itaberaba
2010

itamar almeida oliveira

comunicação e linguagem
VARIAÇÕES DIATÓPICAS E DIASTRÁTICAS

Trabalho apresentado ao Curso Bacharelado em Administração da UNOPAR - UniversidadeNorte do Paraná, para a disciplina Comunicação e Linguagem.

Prof. Marcelo Silveira

Itaberaba

2010

Variações linguisticas

Há várias línguas dentro da oficial. E no Brasil não é diferente. Cada região tem seus falares, cada grupo sociocultural tem o seu. Pode-se até afirmar que cada cidadão tem o seu. Pois a língua é produzida socialmente. Sua produção ereprodução é fato cotidiano, localizado no tempo e no espaço da vida dos homens. A esta variedade de falares denomina-se variação lingüística.
Em se tratando da língua portuguesa, pode-se citar como uma das principais variações a diferença entre os falares do Brasil e de Portugal.
No Brasil temos muitos falares. O responsável pela divergência linguística entre diferentes subgrupos de umacomunidade local seria o fator sociocultural. Essa variação é justificada não apenas pelo fato histórico, que, necessariamente, leva a profundas transformações qualquer língua, como também pelas diferenças regionais, sociais, grau de escolaridade, sexo e principalmente pelas categorias profissionais.
Dentro de uma mesma região, as pessoas formam pequenas comunidades que acabam criando, por repetição dehábitos e tendências, suas características, até não entendível por outras comunidades: presidiários, internautas, trabalhadores rurais, os urbanos, os políticos, etc. O que é muito importante compreender é que essas variações não devem ser vistas como 'erro' e sim – variações.
Até mesmo a questão do uso da 'Norma-não-padrão' não pode ser discriminada. Muitas vezes, ela prende-se a raízesperfeitamente históricas e a leis que a própria língua protege, tais como, economia, suficiência e necessidade.

Variação diatópica

As variações diatópicas são as diferenças regionais, essas variações ocorrem por vários fatores, que influenciam o modo de falar de pessoas de uma comunidade, é importante observar que o local de origem, a idade, o sexo ou a classe social de um indivíduo sãodeterminantes para tal
A variação diatópica pode ocorrer, com sons diferentes. Quando isso acontecer, dizemos que ocorreu uma variação diatópica fonética, já que fonética significa “aquilo que diz respeito aos sons da fala.
A diferença, porém, pode não ser de som, mas sim de vocabulário, ou seja, de palavras diferentes em sua estrutura. Por exemplo, em Curitiba, PR, os jovens chamam de “penal” o estojoescolar para guardar canetas e lápis; no Nordeste, é comum usarem a palavra “cheiro” para representar um carinho feito em alguém; o que em outras regiões se chamaria de “beijinho”. Macaxeira, no Norte e no Nordeste, é a mandioca ou o aipim. Essa variação denominamos de variação diatópica lexical, já que lexical significa “relativo a vocabulário”.

Porém ainda, a diferença pode não ser de som nemde vocabulário, mas estar na estrutura frasal, ou seja, na frase toda. Em algumas regiões brasileiras é comum a utilização do pronome “tu”; em outras, não. No Maranhão, no Espírito Santo e no Rio Grande do Sul, um cidadão diria o seguinte: “Tu já estudaste Química?”. Na maioria dos outros estados, o cidadão diria assim: “Você já estudou Química”? A essa variação chamamos de variação diatópicasintática, já que “sintático” significa “parte da gramática que estuda as palavras enquanto elementos de uma frase”.

Variação diastrática

Essa palavra é formada pelos seguintes elementos: “dia-“, prefixo grego que significa “através de, por meio de, por causa de”;
“estrato”, radical latino que significa “camada”;
“-ico”, sufixo grego, que forma adjetivos.
A variação social ou diastrática...
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