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III CONVIBRA – 24 a 26 de novembro de 2006

UM ESTUDO EXPLORATÓRIO DA TEORIA DAS RESTRIÇÕES E O MÉTODO DE CUSTEIO BASEADO EM ATIVIDADES

Richarles Matias ROCHA Administrador - Faculdade São Geraldo - FSG, Cariacica, ES, Brasil. Carlos Roberto VALLIM Professor – Mestre do Curso de Administração da Faculdade São Geraldo – FSG, Cariacica, ES, Brasil. e Curso de Administração da Faculdade Estáciode Vila Velha – FESVV, Vila Velha, ES, Brasil. RESUMO Este trabalho busca comparar a Teoria das Restrições e o Método de Custeio Baseado em Atividade. Explora bibliograficamente as duas teorias, elabora simulações com os modelos em comparação e propõe resposta à indagação do problema de pesquisa e objetivo geral que é identificar quais as diferenças existentes entre a Teoria das Restrições e oMétodo de Custeio Baseado em Atividade. Conclui que apesar das divergências existentes entre os dois métodos, tanto a Teoria das Restrições como o Custeio Baseado em Atividades podem ser aplicados nas empresas modernas como instrumentos eficientes para a tomada de decisão. Palavras chave: Teoria das Restrições, Custeio Baseado em Atividade, Custos.

ABSTRACT This study objectives to compare theTheory of Constraints and the Activity Based Costing Method. It explores bibliographically the two theories, elaborates simulations with the models in comparison and recommends reply to the query of the research’s problem and general goal that is to identify which are the differences between the Theory of Constraints and the Activity Based Costing Method. It concludes that, despite the existingdivergences between the two methods, as much the Theory of Constraints as the Activity Based Costing Method can be applied in the modern companies as efficient instruments to taking decision. Keywords: Theory of Constraints, Activity Based Costind Method, Costs.

III CONVIBRA – 24 a 26 de novembro de 2006

1 INTRODUÇÃO Com o crescimento do mercado e as atuais condições competitivas, cada vez maisas empresas estão implantado modelos estratégicos de produção. A esses novos modelos de gestão, associa-se um conjunto de técnicas compatíveis e que as empresas também começam a dominar, fazendo com que os administradores se obriguem a repensar no seu todo o processo de gerenciamento das empresas. No entendimento de Bornia (2002), estas modificações nas tecnologias organizacionais, porém, não vêmsendo acompanhados adequadamente pelas práticas de controle de custeio. Muitas vezes, a contabilidade de custos tradicional constitui-se em restrição para a efetiva implantação de programas de melhoria e de eliminação de perda. Necessita-se, então, de um sistema que fica responsável em identificar os desperdícios e priorizar corretamente o ataque a elas. A alteração da forma de gerenciamento impõeuma coerente alternativa na forma de controlar as atividades associadas ao processo de gestão. Em encargo de tudo isso, e para se evitar distorções ainda maiores, é fundamental que as informações relativas ao controle de uma empresa sejam tratadas o suficiente para auxiliar o processo de tomada de decisão no atual ambiente competitivo, ou seja, os sistemas de controle das empresas devemcontemplar essa necessidade de uma forma consistente com a evolução do gerenciamento dos processos da organização. Para que essas modificações tornem-se efetivas em uma empresa, é necessário que o sistema de gestão seja adequado à nova realidade, principalmente no que diz respeito às informações relativas ao planejamento e controle de custos. Os objetivos empresariais serão, então, decorrentes daotimização do conjunto de processos e atividades da empresa, de maneira que possa atingir um melhor desempenho a um menor custo, desde que isso represente ganhos de competitividade, os quais devem ir ao encontro de necessidades dos consumidores e serem apoiados por um eficiente sistema de desenvolvimento, suprimento, produção, distribuição, controle entre outros. Assim, Bornia (2002), sem desrespeitar a...
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