Tipos de dieta (enfermagem)

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CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL DNA NECESSIDADES HUMANAS BÁSICAS PROFª. MILENA SANTOS MODALIDADES DE ADMINISTRAÇÃO DE DIETAS

1. NUTRIÇÃO ENTERAL (NE) A terapia nutricional enteral consiste na administração de alimentos liquidificados ou de nutrientes através de soluções nutritivas com fórmulas quimicamente definidas, por infusão direta no estômago ou no intestino delgado. A nutrição enteral(NE) é realizada com o fornecimento de nutrientes no trato gastro-intestinal (GI). A nutrição enteral é o método preferido de apresentar as necessidades nutricionais, se o trato GI do paciente está funcionando ao proporcionar suporte nutricional fisiológico, seguro e econômico. Os pacientes alimentados enteralmente recebem fórmulas através de sondas nasogátricas, jejunais ou gástricas. Paciente combaixo risco de refluxo gástrico recebem alimentações gástricas, contudo, se há risco de refluxos gástricos, que leva à aspiração, a alimentação jejunal é preferida. Quando o paciente é incapaz de ingerir o alimento, mas é ainda capaz de digerir e absorver nutrientes, a alimentação enteral por sonda é indicada. Sondas de alimentação são inseridas pelo nariz (nasogástrica ou nasoenteral),cirurgicamente (gastrostomia ou jejunostomia). Se a terapia de nutrição enteral ocorre em um período total menor que 4 semanas, as sondas de alimentação nasogástrica ou nasoenteral podem ser usadas. As sondas colocadas cirúrgica são preferidas na alimentação de longa duração (mais de 4 semanas) para reduzir o desconforto de uma sonda nasal e fornecer um acesso mais seguro. Utilizamos a sonda aberta paradrenagem e sonda fechada para gavagem (alimentação).

1.1.
a)

OBJETIVOS

Atender as necessidades nutricionais do organismo, quando a ingesta oral é inadequada ou impossível, desde que o TGI (Trato Gastrointestinal) funcione normalmente;

b) c)

Descomprimir o estômago; Obter conteúdo gástrico para análise.

1.2.

INDICAÇÃO

a) Quando o paciente apresentar risco nutricional oudesnutrição, por apresentar ingestão inadequada para suprir suas necessidades diárias: trauma, anorexia, alcoolismo, queimaduras; b) Quando o trato digestivo está funcionante ou parcialmente funcionante; c) Quando o paciente não pode se alimentar: inconsciente, feridas orais, AVC (acidente vascular cerebral); d) Quando o paciente não se alimenta, pois sente dor ou desconforto: doenças gastrointestinais(GI) graves, pancreatite, quimioterapia e radioterapia; e) Quando o paciente apresenta alguma disfunção no trato GI: fístulas, síndromes de má absorção ou do intestino curto; f) Quando se faz necessário administrar dietas rigorosamente balanceadas, na tentativa de corrigir certos distúrbios metabólicos.

OBS.: Chama-se a atenção para o fato de que, sendo a nutrição enteral, quando comparada coma nutrição parenteral, uma forma terapêutica de metodologia mais simples, com menor índice de riscos e complicações, de menor custo e, ainda, uma modalidade terapêutica nutricional mais próxima da alimentação fisiológica normal, ela deve ter prioridade absoluta sobre a nutrição parenteral sempre que possível, em todos pacientes candidatos ao suporte nutricional especializado.

1.3.

VIAS DEACESSO

As vias de acesso é o local onde fica a sonda para administração (passagem) da dieta enteral. Como via de acesso, podemos recorrer à colocação direta de uma sonda, por passagem naso/orogástrica, para que a sua extremidade distal fique localizada no estômago, duodeno ou no jejuno, ou ainda, realizar uma gastrostomia ou jejunostomia. A escolha de um ou outro desses procedimentos e do localpara o posicionamento da sonda dependerá das situações particulares apresentadas por casa paciente e observação de critérios para a escolhas do posicionamento da sonda para a nutrição enteral: local mais fisiológico; local de mais fácil acesso; maior tolerância a qualquer tipo de dieta; permite a progressão mais rápida do programa nutricional; menor risco de saída acidental da sonda; menor risco...
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