The study of language - bloomfield, leonard

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Referência Bibliográfica: Language – The Study of Language – Bloomfield, Leonard, (1961) – S. Francisco, Toronto/Holt, New York, Chicago.

Área Científica

Ciências Sociais / Linguística

Palavras-Chave:
Linguagem, pesquisa, evolução, teorias, refutações, conhecimento, regras linguísticas.

Notas Sobre o autor:
Leonard Bloomfield foi um dos linguistas mais influentes da primeira metadedo século 20. Dedicou-se ao estudo das línguas malaio-polinésios e de alguns idiomas, especialmente o “Tagalog”. É considerado o fundador da linguística estrutural americana. Foi co-fundador da Sociedade Americana de Linguística.

Sinopse:

Este texto, fala importância da linguagem na nossa vida. O autor elaborou uma explanação cronológica e explicativa sobre os estudos que foramdesenvolvidos ao longo do tempo com o propósito de apurar a origem das línguas, bem como a sua evolução.

Estrutura e Desenvolvimento

A linguagem desempenha um papel fundamental na nossa vida, distingue o homem dos animais, no entanto, por fluir tão naturalmente, (tal como a satisfação de uma necessidade fisiológica, como por exemplo respirar), não lhe prestamos a devida atenção quer nos programas deensino, quer nas especulações e testemunhos dos filósofos.
Somente no século passado se começou a encarar o estudo da linguagem de uma forma científica, minuciosa e abrangente. Podemos por isso afirmar que estudo da linguagem está ainda em fase embrionária.
O saber tradicional que temos sobre a linguagem deve-se em muito às especulações dos antigos filósofos gregos. Platão discute no seu diálogoCrátilo a origem das palavras e se a relação significado/significante é uma relação natural ou apenas o resultado de uma convenção humana. Esta obra despoletou duas correntes distintas de pensamento: por um lado os “analogistas” que defendiam que a linguagem era natural e lógica, por outo lado os “anomalistas” que negavam a naturalidade e regularidade da estrutura linguística.
O analogismoacreditava que o verdadeiro significado das palavras podia ser verificado na sua forma, (ex: blackbird – melro→é pássaro e é preto ), esta área de estudo foi chamada de Etimologia, e mostra-nos que os gregos tinham como certo que a linguagem abarcou a forma universal do pensamento humano. Nos seus estudos descobriram partes do discurso da língua e algumas construções sintácticas, no entanto estasconclusões eram meramente filosóficas e não linguísticas.
Apesar da linguagem dos escritores atenienses se ter tornado obsoleta serviu de base privilegiada de estudo por ser tida como a forma ideal de discurso escrito.
Até ao séc. XVII a linguagem foi encarada como uma dádiva de Deus, uma invenção de heróis antigos ou fruto do espírito místico dos povos. A partir de então surgem três teoriasexplicativas da origem da linguagem:
- teoria “ bow wow””, tentativa de imitação de sons;
- teoria “ ding-dong”, respostas produtoras de sons naturais;
- teoria “pooh-pooh”, teoria dos gritos e exclamações violentas.
As gramáticas latinas, elaboradas pelos romanos tendo como base o modelo grego,
Mantiveram-se como referência até à idade média, e o Latim era tido pelos estudiosos como a línguanobre e lógica de discurso humano, (no tempo do Império Romano, recorde-se, que não se falava Latim mas sim “bárbaro…).
Só no final da idade média é que começa a surgir o interesse de alguns eruditos no estudo das línguas do seu tempo.
Neste período, prevalecia, para os estudiosos, a ideia de uma gramática geral prescritiva, reguladora do conceito considerado correcto de falar.
No final da épocamedieval o estudo do Grego volta a ter destaque, assim como, pouco depois, o Hebraico e o Árabe.
Com o período das invasões e descobrimentos surgiu um conhecimento superficial de novas línguas e dialectos, o Latim foi sofrendo alterações originando línguas românicas tais como o francês, italiano, espanhol, etc.
Viajantes permutavam vocabulários e os livros religiosos foram traduzidos por...
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