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Daniel C. Nepstad
Adriana G. Moreira
Ane A. Alencar

Origens, Impactos e Prevenção do Fogo na Amazônia

vii

Nepstad, D. C., A. Moreira & A. A. Alencar. 1999. A Floresta em Chamas:
Origens, Impactos e Prevenção de Fogo na Amazônia. Programa Piloto
para a Proteção das Florestas Tropicais do Brasil, Brasília, Brasil.

202 p.; il.

Capa: fotografia de Daniel Nepstad
Design: RarutiComunicação e Design
Direção de Arte: Cristiane DIas

Para
F. Herbert Bormann e Otto T. Solbrig,
cientistas e professores visionários,
dedicados à aplicação da ciência em benefício da sociedade.

A

Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA) é o órgão
do governo Japonês responsável pela cooperação técnica para os países
em desenvolvimento. A sua atuação no Brasil éregulamentada pelo
acordo de cooperação Brasil-Japão, assinado em 1971. Desde então, a
JICA já recebeu mais de 7.800 bolsistas brasileiros no Japão, trouxe
2.200 peritos japoneses para apoiar projetos no Brasil e já realizou um
total de 53 projetos e estudos com duração média de 5 anos.
Entre as linhas de apoio ao Brasil destaca-se o meio ambiente. Tema
este que a partir de 1992, com a realização daConferência das Nações
Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento no Rio de Janeiro,
tem despertado maior atenção da comunidade internacional.
Dentro desse contexto, o governo do Japão tem se colocado como um
grande apoiador desse processo em busca do desenvolvimento
sustentável, sendo que em junho de 1997, o então primeiro ministro
Japonês Ryutaro Hashimoto anunciou perante a AssembléiaGeral das
Nações Unidas em Nova Iorque a “Iniciativa para o Desenvolvimento
Sustentável no Século 21” e em dezembro do mesmo ano, o Japão foi
sede da COP 3, na qual foi anunciada a “Iniciativa Kyoto”.
Um ator fundamental nesse processo de implementação de tais
compromissos do governo Japonês é a JICA, que na sua atuação através
de cooperação com países em desenvolvimento, tem dado grandeatenção a temática ambiental.
Dessa forma, ciente da importância de discussões sobre as mudanças
do clima e florestas, bem como a difusão de informações e capacitação
de pessoas e lideranças, esta Agência, através de seu fundo de meio
ambiente, vem apoiar a iniciativa liderada pelo IPAM e parabenizar a
todos que direta e indiretamente foram responsáveis por esta publicação.
HYOGEN KOMATSUCoordenador de Cooperação Técnica do Japão no Brasil

5

Sumário
Sumário Executivo, xi
Prefácio, xxi
Lista de Siglas, xxv
Lista de Colaboradores e Agradecimentos, xxvii
1. O Problema do Fogo na Amazônia, 31
2. A inflamabilidade da Floresta, 41
2.1. Os três ingredientes de um incêndio florestal
2.2. O deserto verde: o paradoxo das florestas sempre verdes
do leste e sul da Amazônia, 42As florestas de Paragominas, 42
As Florestas amazônicas no limiar da inflamabilidade, 48
Os Incêndios florestais pré-Colombianos, 49
2.3. Os efeitos da exploração de madeira sobre a inflamabilidade
da floresta, 51
2.4. Fogo gera fogo, 56
3. A Amazônia está queimando, 61
3.1. Mapeando o fogo do espaço, 60
3.2. Tipos de fogo, 65
As queimadas e o desmatamento: a agricultura de corte equeima, 68
O fogo e o desmatamento: a formação de pastagem, 71
Os incêndios florestais rasteiros, 73
As queimadas em áreas desmatadas: o manejo de pastagem, 74
Os incêndios em áreas desmatadas: a perda acidental de ecossistemas
antrópicos, 76
vii

3.3. Um estudo sobre o fogo nas propriedades rurais
da Amazônia, 76
Metodologia adotada, 78
Quanto está queimando?, 81
3.4. Os incêndios e asqueimadas ao longo do arco
de desmatamento, 91
As queimadas para desmatamento, 93
Os incêndios florestais rasteiros, 97
As queimadas em áreas já desmatadas, 99
3.5. A quem pertence as áreas que estão queimando?, 100
3.6. Os impactos ecológicos do fogo, 103
As queimadas para desmatamento, 103
Os incêndios florestais rasteiros, 107
As queimadas e os incêndios em áreas desmatadas, 114
O fogo...
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