Tese

Disponível somente no TrabalhosFeitos
  • Páginas : 8 (1788 palavras )
  • Download(s) : 0
  • Publicado : 16 de agosto de 2012
Ler documento completo
Amostra do texto
Manaus, Junho 2011 – Edição 57 – Ano 6

FORÇA
A FORÇA DO DISCO

Estamos

cansados de ouvir que posturas
inadequadas são prejudiciais à coluna, mas
você sabe como isto ocorre?
Para entendermos como a coluna “sofre” em
uma postura que o tronco esteja em flexão
(tronco com inclinação para frente), dê uma
olhada na figura abaixo e nos cálculos a seguir:

Se tentarmos visualizar afigura acima de forma
simplificada, apenas com a representação das
principais forças, tendo por ponto de apoio um
disco intervertebral - L5
teríamos
a
representação abaixo:

Utilizando os seguintes dados:
- Peso corporal acima de L5 (PC) = 520N
- Peso da caixa (PCX) = 200 N
- D1 = 6 cm
- D2 = 20 cm
- D3 = 50 cm
Considerando situação de equilíbrio entre as
forças, podemos afirmar oseguinte:

ESFORÇO
ESFORÇO MUSCULAR

O

estado de contração estrangula as paredes
dos capilares sanguíneos e impede a circulação
do sangue através do músculo. Sem irrigação e
conseqüente oxigenação, um músculo contraído
atinge rapidamente o estado de fadiga. É
necessário que o músculo se relaxe com
alguma freqüência para permitir a circulação
sanguínea e conseqüente oxigenação. Quantomaior for o esforço, menor será o tempo
suportável. A figura abaixo apresenta um gráfico
que relaciona o tempo de duração do esforço
físico e grau deste esforço.

Como se pode observar, quando um músculo
realiza um grau de esforço superior a 50% da
sua capacidade, o tempo máximo de duração
deste esforço é inferior a um minuto e chega a
alguns segundos quando se trata do esforço
máximo. Poroutro lado, quando o esforço é
inferior a 20% do máximo, será possível mantêlo por um período de tempo mais longo.
Outro fator a ser levado em conta é que existem
muitas diferenças individuais que influem no
tempo de aparecimento de fadiga, que vão
desde a constituição e preparo físico até
características mais sutis, como personalidade e
força de vontade.
Quando ocorre a exaustão muscular,é
necessário
que
o
músculo
descanse
permanecendo relaxado para sua recuperação.
A figura abaixo apresenta outro gráfico
interessante, que relaciona o tempo de
descanso à porcentagem de recuperação
muscular obtida para diversos graus de
exaustão do músculo.

FM x D1= PC x D2 + PCX x D3
FM x 6 = 520 x 20 + 200 x 50
FM = 3400 N (346 kg)

Ou seja, nesta situação, a compressão sobre odisco intervertebral é um pouco menor que o
peso direto de dez sacos de cimento.

Escrito
em
linguagem
de
fácil
compreensão, um convite para a discussão
de vários conceitos, como Doença
Ocupacional, Doença relacionada ao
Trabalho, Nexo Causal e as implicações de
suas diferenças, assim como dos estragos
que podem ser causados quando não são
bem compreendidos.

As DoençasOcupacionais
e as Doenças
Relacionadas ao Trabalho
Ed. LTr
Marco Antonio Borges das Neves

PIOR EMPREGO

piadinhas
piadinhas
A mãe, tenta defender-se:
- Vossa Excelência... Esta criança foi
gerada dentro de mim... Ela saiu do meu
ventre, portanto eu mereço ficar com ela!
O juiz passa a palavra para o marido, que
resolve usar o seu lado lógico:
- Senhor Dr. Juiz, responda-me a uma e
únicapergunta: quando eu coloco uma
moeda numa máquina de refrigerantes, a
latinha que sai ... é minha ou da máquina?

Como a distância dos músculos extensores que
“seguram” o tronco até o disco intervertebral é
pequena, a força muscular necessária para
manter o equilíbrio é imensa.
Porém, ainda há um detalhe a ser considerado.
Você percebeu que todas as forças estão
atuando para baixo (forçamuscular, peso do
corpo e peso da caixa) e quem está suportando
todas essas forças é o disco intervertebral.
Considerando que esta força de reação (FR) é a
somatória das demais em sentido contrário:
FR = FM + PC + PCX
FR = 3400 + 520 + 200
FR = 4120 N (420 kg)

BOA
BOA
LEITURA
LEITURA

Como se pode observar, o tempo de
recuperação parcial de um músculo varia entre
15 e 30...
tracking img