Terrorismo

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  • Publicado : 18 de setembro de 2012
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Terrorismo é um método que consiste no uso de violência, física ou psicológica, por indivíduos, ou grupos políticos, contra a ordem estabelecida através de um ataque a um governo ou à população que o legitimou, de modo que os estragos psicológicos ultrapassem largamente o círculo das vítimas para incluir o resto do território.
Tendo em vista as notáveis ações dos últimos anos, o terrorismoganhou significados variados e polivalentes.
Terrorismo indiscriminado ou aleatório são todas as ações que se destinam a fazer um dano a um agente indefinido ou irrelevante. Não existe um alvo estabelecido previamente. Este visa a propagação do medo geral na população, visa cansar a retaguarda, vencer por um sentimento geral de instabilidade. Exemplos: A Colocação de bombas em cafés, parques deestacionamento, metrô.
Terrorismo Seletivo visa atingir diretamente um indivíduo. Seletivo significa que visa um alvo reduzido, limitado, específico e conhecido antes de efectuar o ato. Visa a chantagem, vingança ou eliminação de um obstáculo. Considera-se terrorismo porque tem efeitos camuflados, e efeitos políticos, pretende pôr em causa uma determinada ordem


O terrorismo e o uso de forçaou VIOLÊNCIA contra pessoas ou propriedades com violação de leis criminais para propósitos de intimidação, coerção ou resgate 
Forma especialmente grave de criminalidade violenta e organizada desenvolvida sob a invocação fictícia ou real de motivos politicosa

A mais recente vaga de terrorismo chamou a atenção do mundo para uma táctica que recorre à morte e à destruição como armas políticas.Mas o terrorismo em si, profundamente enraizado na história e na geografia, é um fenómeno antigo. Texto de Walter Laqueur
No dealbar do novo século, uma epidemia de terror espalhou o pânico por todo o globo. Nas capitais do mundo, os líderes reforçaram a segurança e reduziram o número de aparições públicas. O cidadão comum sentiu-se inseguro ao caminhar pelas ruas das maiores cidades e osterroristas tornaram-se fantasmas, simultaneamente em todo o lado e em lado nenhum, capazes de atacar sempre que pretendiam. O terrorismo transformou-se na maior preocupação da polícia e dos políticos, dos banqueiros e dos líderes empresariais. Nos jornais, apregoavam-se notícias do último ultraje: “WASHINGTON ASSOMBRADA PELA TRAGÉDIA”, lê-se num deles. “PERIGO GRAVE”, proclama outro. Um terrívelataque terrorista contra os Estados Unidos no mês de Setembro provocou a queda do mercado bolsista e fez despertar sentimentos contra os imigrantes. Outro ataque, registado em Madrid, mergulhou a política espanhola em grande agitação quanto a matérias de guerra e paz. Nos EUA, os políticos descreviam frequentemente a guerra ao terror como uma luta do bem contra o mal, enquanto alguns líderesreligiosos, citando as Escrituras, anunciavam que o fim do mundo estava a chegar. Corria o ano de 1901. Por muito assustador que seja o terrorismo moderno, as pessoas que viveram no princípio do século XX devem ter conhecido também o medo amargo gerado pelo terrorismo. Algumas décadas antes, os revolucionários russos tinham assassinado o czar Alexandre II com uma bomba em São Petersburgo. Em 1894, umanarquista italiano apunhalou o presidente francês Sadi Carnot. Em 1897, o primeiro-ministro espanhol foi assassinado numa altura em que o desejo de independência de Cuba se inflamava: um ano depois, a Espanha entrou em guerra contra os EUA. Em 1901, William McKinley, presidente dos EUA, foi assassinado por Leon Czolgosz, um anarquista de 28 anos. E, como todos sabemos, 13 anos mais tarde, um terroristasérvio alvejou e matou o arquiduque Fernando, herdeiro do trono austríaco. O episódio deu origem à Primeira Grande Guerra.Leia o artigo completo na revista.

Já passaram 60 anos. Depois de Hiroxima, pelo menos oito países possuem armas nucleares, e os terroristas também as querem. Até que ponto está o mundo a salvo? Texto de Richard Rhodes; Fotografias cortesia National Archives
Há 60...
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