termologia

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TERMOLOGIA 1 Introduo Estudaremos dentro deste captulo termmetros, escalas e funes termomtricas. Veremos como transformar de uma escala para outra e porque isto importante. A discusso sobre temperatura muito antiga, muitas vezes imaginamos essa grandeza de forma errada, confundimos calor com temperatura e a pergunta fica Temperatura e Calor so as mesmas coisas Vejamos se voc capaz dedistinguir as duas grandezas. 2 Termmetro Instrumento utilizado para medir o grau de agitao trmica de um corpo, ou seja, a temperatura. Ele pode ser dividido em trs partes (i) Bulbo - Parte que contm a substncia termomtrica (ii) Capilar - Maior parte do termmetro, ela contm a escala termomtrica (iii) Substncia Termomtrica - Substncia colocada no interior do termmetro, deve possuir dilatao regular,geralmente a substncia utilizada o mercrio.O termmetro funciona com o princpio de equilbrio trmico, ou seja, ao ser colocado em contato com um corpo ao passar do tempo ele atinge o equilbrio trmico com corpo fazendo com que a substncia termomtrica se dilate ou contraia, quando isso ocorrer ela indicar um valor. Mas para ter esse valor necessrio ter escalas numricas no Capilar, para isto ocorrer ostermmetros so feitos baseados em dois pontos de fcil marcao. (i) Ponto de Gelo Temperatura na qual ocorre a fuso do gelo em gua (ao nvel do mar e latitude 45o) (ii) Ponto de Vapor Temperatura na qual ocorre a ebulio da gua (ao nvel do mar e latitude 45o). 3 Escalas Termomtricas Abordaremos trs escalas uma que utilizada no Brasil e na maior parte do mundo que a escala Celsius desenvolvida pelofsico sueco Anders Celsius (1701 1744). A segunda escala utilizada pelo Estados Unidos a escala Fahrenheit desenvolvida por Daniel G. Fahrenheit (1685 1736). A terceira a escala absoluta Kelvin desenvolvida por William Thomson (1824 1907), mais conhecido por Lorde Kelvin ela utilizada pelo Sistema Internacional de Unidades. importante dizer que a escala Kelvin no utiliza em seu smbolo ograu o. Para relacionar as escalas e determinar uma relao de converso entre elas basta elaborar uma expresso de proporo entre elas, podemos fazer da seguinte forma EMBED Equation.3 ou ainda EMBED Equation.3 Dividindo todos os denominadores por 20, temos EMBED Equation.3 Para utilizar essa expresso basta tomarmos duas delas, por exemplo, se tivermos uma temperatura de 72oF quanto seria emoC Soluo Dados tF 72oF tC EMBED Equation.3 EMBED Equation.3 EMBED Equation.3 4 Variao de Temperatura importante notar a diferena da medio de uma temperatura e a medio da variao da temperatura, podemos notar que as escalas Celsius e Kelvin possuem a mesma variao de temperatura 100oC, observe Variao da Escala Celsius EMBED Equation.3 Variao da Escala Kelvin EMBED Equation.3OBS Basta notar que as duas escalas so divididas em 100 partes, portanto uma certa variao de temperatura na escala Celsius ser igual variao na escala Kelvin. J a Escala Fahrenheit dividida em 180 partes e no corresponde a mesma variao nas outras duas escalas EMBED Equation.3 Relao de Converso de Variaes EMBED Equation.3 Para entender melhor faamos um exemplo. Uma variao de 20oC correspondea uma variao de quanto nas escalas Celsius e Kelvin Dados (tC 20oC (tF (tK Soluo EMBED Equation.3 EMBED Equation.3 EMBED Equation.3 EMBED Equation.3 EMBED Equation.3 5 Dilatao Trmica Neste captulo discutiremos como os corpos se dilatam aps serem aquecidos. importante sabermos que isto um fenmeno que est em nosso dia-a-dia. Os trilhos do trem que se dilatam, os caboseltricos, as placas de concreto de um viaduto e outros casos. Existe tambm a dilatao nos lquidos e estudaremos suas particularidades neste captulo. 5.1 dilatao trmica dos slidos Comearemos discutindo a dilatao em slidos. Para um estudo mais detalhado podemos separar essa dilatao em trs tipos dilatao linear (aquela que ocorre em apenas uma dimenso), dilatao superficial (ocorre em duas dimenses) e...
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