Teoria do comportamento organizacional

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UTILIZAÇÃO DA TEORIA DO COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL EM UMA EMPRESA TRANSNACIONAL DE BEBIDAS Elaine Aparecida Siqueira1, Mariangela Peres2, Renata Linhares3, Vilma da Silva Santos4, Edson Aparecida de Araújo Querido Oliveira5
Pós-graduanda em MBA em Gerência de Recursos Humanos - Programa de Pós Graduação em Administração - Universidade de Taubaté – Rua Visconde do Rio Branco, 210 Centro -12020-040 - Taubaté - SP - Brasil - elaineap2005@yahoo.com.br, mariangelaperes@hotmail.com, renatarlinhares@terra.com.br
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Professora do Programa de Pós Graduação em Administração - PPGA - Universidade de Taubaté – Rua Visconde do Rio Branco, 210 Centro - 12020-040 - Taubaté - SP - Brasil – vilma70@gmail.com

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Coordenador do Programa de Pós Graduação em Administração - PPGA -Universidade de Taubaté – Rua Visconde do Rio Branco, 210 Centro - 12020-040 - Taubaté - SP – Brasil – edson@unitau.br

Resumo - O campo do comportamento organizacional foi concebido na década de sessenta por pesquisadores britânicos como disciplina inovadora, que se apoiaria em outras disciplinas já estabelecidas como Psicologia, Sociologia e Economia. Constituiria uma área em que as atividadesorganizacionais seriam o objeto de estudo e não um contexto para onde conhecimentos seriam simplesmente transferidos e aplicados. O artigo apresenta uma síntese da evolução do comportamento organizacional e da sua afirmação como uma disciplina independente e cientificamente estruturada depende de diversos fatores, especialmente dos procedimentos aplicados na medição de suas variáveis. Palavras-chave:Comportamento organizacional, atividades organizacionais. Área do Conhecimento: Ciências Sociais Aplicadas. Introdução A partir do reconhecimento de sua existência, estipulada para a década de sessenta por pesquisadores ingleses, o campo do comportamento organizacional (CO) recebeu diversas conceituações e teve sua evolução marcada por diferentes tentativas de determinar os níveis de sua estrutura.Durante quatro décadas de existência o CO foi adquirindo solidez, seja através das diversas publicações que procuravam divulgar nos meios científicos e acadêmicos as suas bases teóricas, seja porque passou a ser utilizado como referencial em cujo bojo aninharam-se proposições teóricas e pesquisas sobre as atividades organizacionais. Da Psicologia Industrial e Organizacional vieram, por exemplo,proposições teóricas sobre as variáveis satisfação no trabalho e comprometimento organizacional; da Sociologia os temas cultura e poder nas organizações; da Ciência Política foram incorporados os conhecimentos sobre conflitos e política nas organizações. Ao incluir em seus campos de interesses temas complexos e portadores de divergências conceituais e metodológicas em suas disciplinas de origem, oCO tornou-se uma área de teorização e pesquisa repleta de questões a serem analisadas e resolvidas. Será necessário apresentar uma síntese da evolução da concepção do CO e das proposições acerca da sua estrutura; para uma compreensão adequada do assunto: As primeiras tentativas para delimitar o campo do CO surgiram na década de 60, quando Pugh (1966; 1969) definiu-o como o estudo da estrutura edo funcionamento de organizações e do comportamento de grupos e indivíduos dentro delas, defendendo a idéia de tratar-se de uma ciência emergente e quase independente, apoiada em outras disciplinas como Psicologia, Sociologia e Economia. Uma das preocupações inicias daqueles estudiosos que procuravam delimitar o campo do CO era diferenciá-lo da Psicologia Industrial e Organizacional, argumentandoque as atividades organizacionais constituíam um objeto de estudo e não um contexto para onde conhecimentos psicológicos seriam simplesmente transferidos e aplicados. Ancorados nestas suposições, Payne e Pugh (1971), dois estudiosos ingleses, apresentaram um dos primeiros esquemas conceituais (modelo) para o CO, com quatro níveis de análise: indivíduos, equipes ou pequenos grupos de trabalho,...
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