Teoria da contigencia

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  • Publicado : 25 de março de 2013
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INTRODUÇÃO


A Teoria da Contingência enfatiza o mais recente estudo integrando na teoria da Administração; é sem dúvida a mais eclética de todas as teorias, pois além de considerar as contribuições das diversas teorias anteriores, consegue coordenar os princípios básicos da administração como: as tarefas, as estruturas, as pessoas, a tecnologia e o ambiente.

Chiavenato (1997) diz que apalavra contingência significa algo incerto ou eventual, que pode suceder ou não. A abordagem contingencial salienta que não se atinge os objetivos de forma eficaz seguindo um único modelo ou diretriz, ou forma pré-estabelecida para todas as circunstancias, mas sim através de diversas variáveis internas e externas.

Tudo é composto de variáveis sejam situacionais, circunstanciais, ambientais,tecnologias, econômicas; enfim diferem de diferentes graus de variação. Essa teoria enfoca as organizações de dentro para fora colocando o ambiente como fator primordial na estrutura e no comportamento das organizações que é um sistema aberto.

A tecnologia provavelmente será um fator para a terceira revolução industrial, aliada ao ambiente e a forma como as organizações e a própria administraçãosaberão utiliza e adaptar estes dois importantes fatores face à globalização de todos os conceitos organizacionais.

Há um aspecto proativo e não apenas reativo na abordagem contingencial: a administração contingencial pode ser intitulada de abordagem de “se-então” o reconhecimento, diagnostico e adaptDDDDDDDDDDação à situação são fundamentais para abordagem contingencial. Mas nãosão suficientes. As relações funcionais entre as condições ambientais e as práticas administrativas precisam ser constantemente identificadas e ajustadas. (CHIAVENATO, 2000).

ORIGEM DA TEORIA DA CONTINGÊNCIA


A teoria da contingência surgiu a partir de varias pesquisas feita para verificar os modelos das estruturas organizacionais mais eficazes em determinados tipos de empresa.

Aspesquisas eram feitas isoladamente, pretendiam confirmar se as organizações mais eficazes seguiam os princípios da Teoria Clássica, como a divisão do trabalho e a especialização do operário, ênfase na estrutura – com a tradicional hierarquia de autoridade, visão microscópica do homem, ou seja, aquela administração mecanicista.

Podemos dizer que essas pesquisas foram contingentes, no sentido em queprocuram compreender e explicar o modo como às empresas funcionavam em diferentes condições que variam de acordo com o ambiente ou contexto que a empresa escolheu como seu domínio de operação. Ou seja, podemos dizer que essas condições são ditadas de fora da empresa, isto é, do seu ambiente. Essas contingências externas podem ser consideradas oportunidades e imperativos ou restrições e ameaças queinfluenciam a estrutura e os processos internos da organização.

O ambiente é tudo aquilo que envolve externamente uma organização (ou um sistema). É o contexto dentro do qual uma organização está inserida.

Como o ambiente é vasto, envolvendo tudo o mais ao redor da organização, ele pode ser analisado em dois segmentos:

Ambiente Geral: é o macroambiente, ou seja, o ambiente genérico ecomum a todas as organizações. O ambiente geral é constituído de um conjunto de condições semelhantes para as organizações. As principais dessas condições são: condições tecnológicas, econômicas, políticas, legais, demográficas, ecológicas e culturais.

Ambiente de tarefa: é o ambiente mais próximo e imediato de cada organização. É o segmento do ambiente geral do qual uma determinada organizaçãoextrai as suas entradas e deposita suas saídas. Ele é constituído por: fornecedores de entradas, clientes ou usuários, concorrentes e entidades reguladoras.

O grande problema com que as organizações de hoje se defrontam é a incerteza. Aliás, a incerteza é o grande desafio atual da Administração. Contudo, a incerteza não está no ambiente. A incerteza está na percepção e na interpretação das...
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