Teologia emergente

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FACULDADE TEOLÓGICA BATISTA DE SÃO PAULO



Gledson Ferreira da Silva
Eleilton William de Souza Freitas
Julio Cesar da Silva
Denise Ambrosio
Ewerton Barros Xavier da Silva
Gildásio Pereira Bezerra
Denisley Campos Sponton







A TEOLOGIA DA IGREJA EMERGENTE







Trabalho apresentado como requisito parcial da disciplina Desafios daPós-Modernidade, ministrada pelo professor Itamir Neves de Souza, do curso de Bacharel em Teologia.













São Paulo

2012


A TEOLOGIA DA IGREJA EMERGENTE



Introdução

A Teologia  da Igreja Emergente, para alguns teólogos e pensadores cristãos da atualidade, parece trazer preocupação, todavia, suas preocupações não são apenas para a teologia emergente, mas também com ocontexto temporal que ela está inserida, ao analisar e pesquisar sobre a teologia emergente percebe que todos os tipos de ideias estão sendo criativamente combinados, a fim de produzir um novo “Cristianismo”, que agrade ao gosto de todos os homens religiosos. (A verdade bíblica tem sido descartada em favor do pensamento pluralista).  O ensino da igreja emergente tende a ser complicado, intricado,contraditório e confuso. Ele (o ensino da igreja emergente) é móvel e, quando forçado a ficar parado e ser consistente, ele se racha! Todavia, existe um lado conservador dentro do grande campo da igreja emergente, o qual complica as mudanças constantes.

Exclusividade de Jesus Cristo

Um dos pontos que mais se discute nas conversas emergentes é a exclusividade de Jesus Cristo, como o Messias Divino de Israel e o  exclusivo Salvador da humanidade; a exclusiva revelação do Deus verdadeiro e o Único a nos dar acesso ao Pai.
McLaren tem questionado, seriamente, algumas divisões do Cristianismo, a qual trata de “quem é quem” e de “quem está fora” da fé autêntica. Contudo, uma coisa é questionar a maneira como a exclusividade de Cristo tem sido apresentada a este mundomaligno, outra é tratar Jesus como apenas mais uma das boas e muitas (religiosas) maneiras de se chegar a Deus. A exclusividade de Jesus Cristo parece aborrecer um bocado McLaren e os outros emergentes. Para eles esta visão parece excessivamente intolerante e religiosamente fanática.
É perceptiva a suavidade que McLaren dá à interpretação do verso de João 14:6. Parece que ele não gosta da maneiracomo este verso é usado por alguns. Pelo menos num ponto McLaren está certo: usar este verso ofensiva e intolerantemente deve estar fora de cogitação. Não acho que Cristo o tenha usado como uma arma ostensiva.  O contexto é vital.
Sim, a declaração é forte e está ali: “Ninguém vem ao Pai senão por mim”. Jesus falou isto aos Onze, na conversa que teve com eles, durante a Última Ceia.Contudo, vamos mais fundo na questão da exclusividade. Mais uma vez, Jesus nos ajuda, na Oração Intercessória registrada em João 17. “Tira os sapatos dos teus pés porque o lugar em que estás é terra santa”. O Filho está se dirigindo ao Pai em Sua última oração com os amigos. Após esta oração, as coisas se apressam e Ele se encaminha para a cruz.
“Manifestei o teu nome aos homens que do mundo medeste; eram teus, e tu mos deste, e guardaram a tua palavra”. (João 17:6). Este verso parece ecoar João 1:18: “Deus nunca foi visto por alguém. O Filho unigênito, que está no seio do Pai, esse o revelou”. Somente Jesus Cristo revelou o Pai aos homens. Em João 17:3 Ele diz: “E a vida eterna é esta: que te conheçam, a ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste”. Somente quemconhece Jesus Cristo pode conhecer o Pai, a fim de receber a vida eterna.
Existe apenas um Deus verdadeiro e somente o Filho revelou esse Deus. Exclusivamente numa relação de fé com Jesus Cristo é que podemos conhecer (por experiência) o Deus verdadeiro. Jesus explica claramente que a “vida eterna” só pode ser alcançada numa relação com Ele. Não há outro caminho e nenhuma religião humana...
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