Tecnologia do concreto

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13/12/2011

Universidade Federal do Rio Grande do Sul Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil Núcleo Orientado para a Inovação da Edificação

1 – Introdução


Método de Dosagem de Concretos Convencionais IPT/EPUSP
Cristina Vitorino, Giselle Antunes e Josiane Gasperin

O método de dosagem de concreto denominado IPT/EPUSP (Instituto de Pesquisas Tecnológicas/ Escola Politécnica daUniversidade de São Paulo) é apresentado originalmente no Manual de Dosagem e Controle de Concreto (HELENE; TERZIAN, 1992) e tem sido bastante utilizado nacionalmente, em função da sua fácil execução e fácil proporcionamento dos materiais.

Trabalho apresentado para a disciplina Tecnologia e Dosagem de Concretos Convencionais e Especiais
Prof ª Denise C. C. Dal Molin
Método de Dosagem de Concretosconvencionais – IPT/EPUSP

2 – Parâmetros considerados


2 – Parâmetros considerados


O estudo deve ser definido considerando-se alguns parâmetros:


, C = consumo de cimento por metro cúbico de concreto adensado γ = massa específica do concreto; γc = massa específica do cimento; γa = massa específica do agregado miúdo; γp = massa específica do agregado graúdo; ar = teor de ar incorporado por m³

, fcj= resistência à compressão axial aos j dias;

a/c = relação água / cimento em massa


, m = relação agregados secos/cimento em massa; k1, k2, k3, k4, k5 e k6 = constantes que dependem exclusivamente dos materiais (cimentos, agregados, aditivos)



, α = teor de argamassa seca, deve ser constante para uma determinada situação; , m = relação agregados secos / cimento em massa;



, A = consumode água potável por m³ de concreto adensado; , Cu = custo do concreto por m³.





a = relação agregado miúdo seco / cimento em massa;
p = relação agregado graúdo seco / cimento em massa;
Método de Dosagem de Concretos convencionais – IPT/EPUSP

Método de Dosagem de Concretos convencionais – IPT/EPUSP

3 – Estudo Experimental


3 – Estudo Experimental


Nesta fase é necessária a definição depelos menos três pontos para o desenho do modelo de comportamento, são eles:
 o traço intermediário de 1:5 (cimento:agregados secos, em massa);  o pobre (1:6,5);  e o rico (1:3,5).

Realizar novamente as misturas experimentais com o traço rico e o pobre, e determinar todas as características finais do concreto fresco
 Através dos dados obtidos calcular as novas constantes “k”;  Moldar corpos deprova para todos os traços e rompê-los nas idades

de projeto.




Uma das etapas mais importantes neste método é a determinação do teor de argamassa seca (α)
 inicia-se com a execução do traço intermediário (1:5) e adiciona-se

Desenhar o diagrama de dosagem
 o diagrama é baseado em leis e correlações obtidas ao longo dos anos

por vários pesquisadores, entre eles: Abrams, Lyse, Molinari eoutros.

argamassa (cimento e ag. miúdo) até que se perceba que o concreto está com material suficiente para se realizar um bom acabamento final;  a partir deste traço são obtidas informações importantes para os demais traços.
Método de Dosagem de Concretos convencionais – IPT/EPUSP Método de Dosagem de Concretos convencionais – IPT/EPUSP

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3 – Estudo Experimental


3 – Etapas deControle
Imprimação do misturador com uma porção de concreto de volume inferior a 6 kg com traço 1:3; Colocação dos materiais, sendo primeiro o agregado graúdo, parte da água, cimento, restante da água, agregado miúdo, e, se for o caso, aditivos;
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3 – Etapas deControle


3 – Etapas de Controle




Colocação da primeira quantidade de material e verificação do aspecto. Se não estiver com o teor ideal, acrescentar cimento e areia de acordo com a coluna de acréscimos, manter a quantidade de agregado graúdo constante. Misturar cada porção por 5 min; Realização de testes práticos para a confirmação do teor final de argamassa;



Correção do teor final devido a...
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