Tde economia

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“Questionar quem deve ser o chefe, é como discutir quem deve ser o saxofonista num quarteto: evidentemente, quem o sabe tocar.”(Henry Ford)
RESUMO

O objetivo eliminar a matéria que está com pendências de conclusão, a partir de um trabalho orientado pelo o Prof. Ribeiro sobre as crises mundiais, tanto a Americana quanto a Europeia, suas causa, os recursos para solucionar, entre outros assuntos descritos ao longo do trabalho.SUMÁRIO

INTRODUÇÃO 07
1. CRISES MUNDIAIS 08
2. CRISE NORTE AMERICANA 08
3. CRISE EUROPÉIA 09
4. PARTICIPAÇÃO DA GLOBALIZAÇÃO PARA ESSES EVENTOS 10
5. OS PAPÉIS EM DESENVOLVIMENTO EM RELAÇÃO A CRISE 10
6. A MACROECONOMIA RELACIONADA A CRISE 11
7. MICROECONOMIA EM RELAÇÃO A CRISE 12
CONCLUSÃO 14


INTRODUÇÃO


Com o intuito de eliminar amatéria que está com pendência, foi sugerido que realizasse um trabalho orientado, com assuntos do cotidiano, dessa forma o aluno tem em mão ferramentas atualizadas para que discorra de forma coesa e coerência, podendo entender melhor sobre a matéria que encontrasse com a dependência.
No trabalho encontraremos assuntos pertinentes as Crises Mundiais, assunto que tem sido visado nas mídiasinternacionais e nacionais, de fácil assimilação.










































1. CRISES MUNDIAIS
As crises mundiais sempre tem uma alta repercussão em todos os países, hoje em dia podemos observar a que está em destaque atualmente é a Crise Europeia, em qualquer forma de mídia pode-se encontrar sobre o assunto. Junto aos escândalossofridos com o descontrole das dividas publicas de alguns países da zona do euro, agrega-se uma imagem de turbulência no mercado.

2. CRISE NORTE AMERICANA
Para entender esse processo, devemos analisar o mercado imobiliário dos Estados Unidos, onde sofreu alterações por volta de 2007, fazendo com que o governo injetasse trilhões de dólares no mercado, formando a chamada bolhaimobiliária, para entender melhor, os bancos norte americanos possui ativos altamente arriscados, com muitas hipotecas de baixa qualidade.
Na tabela abaixo se pode observar a taxa de juros nos períodos entre 2000 a 2008, quando ocorre a bolha imobiliária.




Se analisarmos o gráfico a cima, podemos dizer que em maio de 2004, a economia norte americana estava se restabelecendo, chegandoao auge em maio de 2006, com a elevação dos juros. De agosto de 2006 a agosto de 2007, pode se dizer que a economia se estabiliza, no momento em que estourou a crise imobiliária, e começa a cair, como observado acima.
O governo Norte Americano, teme que a crise europeia possa abalar as estruturas em recuperação após a crise imobiliária. No discurso ao congresso, Bernanke diz: “Os riscoscontinuam, ao passo que o desenvolvimento da Europa ou em qualquer outro lugar podem se desdobrar desfavoravelmente e podem piorar as perspectivas para a economia por aqui”. Ele garante que o Fede ral Reserve fará o que for necessário para evitar maiores transtornos na economia americana, assim deverá manter as taxas de juros próximas de zero. Estimulado pela compra de aproximadamente 2,3 trilhõesde dólares, pelo Federal Reserve.

3. CRISE EUROPEIA
Com os impactos da crise norte americana, a economia da Europa fica conturbada e países como Portugal, Irlanda, Grécia e Espanha, que formam o chamado grupo PIIGS. Os países citados acima estão localizados na zona do euro, onde os mesmo tem a sua estrutura abalada, somando uma dívida altíssima, dessa forma acabam recorrendo a...
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