Tcc pedagogia

Disponível somente no TrabalhosFeitos
  • Páginas : 32 (7956 palavras )
  • Download(s) : 0
  • Publicado : 3 de maio de 2012
Ler documento completo
Amostra do texto
Patrícia Cavalcante Lima Pitanga e Silvia Regina Camilo Mota















O papel da escola na inclusão da Síndrome de Down na sociedade.


















FAMEC
SÃO PAULO – 2010
Patrícia Cavalcante Lima Pitanga e Silvia Regina Camilo Mota















O papel da escola na inclusão da Síndrome de Down na sociedade.Trabalho de conclusão de curso apresentado à disciplina Método e Técnicas de pesquisa em educação como requisito parcial para obtenção de nota sob orientação da Professora MS. Nilza Isaac de Macedo.









INTRODUÇÃO





















Através desde trabalho, pretendemos discutir sobre o papel da escola nainclusão da Síndrome de Down na sociedade. Muito se tem discutido sobre a inclusão. Nesses últimos anos do século XXI vários pesquisas têm contribuído na compreensão da inclusão. A inclusão das pessoas com Síndrome de Down já não é “assustadora” para a escola, porém entendemos que é preciso fazer discussão sobre o papel da escola na inclusão, pois a mesma não pode apenas incluir. Ou melhor, não basta ainclusão. Como fazer então? Como a escola se vê como protagonista na inclusão dessas pessoas na sociedade e não apenas na sala de aula?

CAPITULO I


MEMORIAL



CAPITULO II


O QUE É A SÍNDROME DE DOWN?

Para pesquisarmos sobre o papel da escola na inclusão da Síndrome de Down na sociedade precisamos antes apresentar o que é a Síndrome de Down.

A Síndrome de Down (S.D.) éuma anomalia cromossômica, também chamada de Trissomia do 21, por causa do excesso de material genético do cromossomo 21, que ao invés de apresentar dois cromossomos 21 o portador da S.D. possui três cromossomos. É um distúrbio genético causado durante a formação do feto, e é uma das anomalias genéticas mais conhecidas, responsável por 15% dos portadores de deficiência mental que freqüentaminstituições para crianças especiais.


Atualmente a Síndrome de Down é considerada a alteração genética mais freqüente e acontece em média em 1 a cada 800 nascimentos, aumentando a incidência com o aumento da idade materna. A probabilidade de uma mulher de 20 anos ter um filho com essa síndrome é de 1 para 1600, enquanto mães com cerca de 27 anos é de 1/1.200. Com mães de 30-35 anos é de 1/365 edepois dos 35 anos a freqüência aumenta mais rapidamente: entre 39-40 anos é de 1/100 e depois dos 40 anos torna-se ainda maior. Para pais que têm uma criança com síndrome de Down a probabilidade de terem outros filhos portadores dessa síndrome é de aproximadamente 1 para 100.


De uma forma geral a síndrome de Down é um acidente genético, sobre o qual ninguém tem controle. Acomete todasas etnias e grupos sócio-econômicos igualmente. É uma condição genética conhecida há mais de um século, primeiramente pelo médico britânico John Langdon Down (1828 – 1896), que descreveu em 1866, as características de uma criança com S.D.. Ele identificou que algumas crianças, mesmo filhas de pais europeus, tinham características físicas similares ao povo da Mongólia. Posteriormente, o francêsJerome Lejeune descobriu em 1958, que as pessoas descritas pelo Dr. John Langdon Down tinham uma síndrome genética, hoje chamada de Síndrome de Down.








AS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DA SÍNDROME DE DOWN.




As crianças com síndrome de Down possuem algumas características físicas específicas, porém elas têm mais semelhanças do que diferenças com a população em geral. Essascaracterísticas ajudam o medico a fazer o diagnostico. Nem sempre as crianças com Síndrome de Down apresentam todas as características, algumas podem ter poucas, enquanto outras podem mostrar a maioria das características da síndrome:

• Inclinação das fendas palpebrais;
• Pequenas dobras de pele no canto interno dos olhos;
• Língua aumentada e proeminente;
• Achatamento da parte...
tracking img