Tcc- logistica

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Logística sem Fronteiras

Inovando para o futuro
Turma: LK2



Índice
Pág.


















Objetivo

Nosso objetivo principal foi arrecadar os materiais necessários para o nosso cliente no prazo proposto, fazer a limpeza do armazém e realizara entrega dos produtos para os responsáveis da entidade.















Justificativa do Projeto

A justificativa para a realização desse projeto foi de aprender os princípios logísticos na prática e aperfeiçoar o trabalho em grupo.















Histórico da Instituição
A Casa da Criança Paralítica de Campinas nasceu no dia 17de janeiro de 1954. Foi o resultado da concordância de 84 pessoas que, por inspiração do Dr. Ernani Fonseca, encampada pelo Rotary Clube de Campinas, reuniram-se em assembléia.
A filosofia que prevaleceu, naquele primeiro momento, era, por meio da nova Entidade, arrecadar fundos para a construção de um “pavilhão”, que se destinaria para instalação de clínica para recuperação de “vítimas daparalisia infantil”.
Na mesma oportunidade, a assembléia criou, elegeu e empossou a diretoria da então denominada Sociedade Campineira de Recuperação da Criança Paralítica, para o biênio 1954/1956, tendo como presidente o Dr. Ernani Fonseca.
No dia 1º de fevereiro de 1954, aconteceu a segunda assembléia geral, ocasião em que foram aprovados os estatutos da Entidade. A primeira sede foi instaladano mesmo local onde funcionava o Rotary Clube de Campinas, Rua Barão de Jaguara, 1301.
Durante cinco anos e nove meses os associados desenvolveram várias atividades com o objetivo de arrecadar recursos financeiros. Em 12 de outubro de 1959 começaram os trabalhos de atendimento a seu público alvo, sendo a Casa instalada na Rua Luzitana nº 369.
Em 10 de agosto de 1965, a Prefeitura Municipal deCampinas, autorizada pela Lei nº 3.189, de 30.12.64, doou “gleba de terreno desmembrada do Parque Itália, com 15.131,55 m2 de área. Assinaram a escritura de doação: pela Prefeitura Municipal de Campinas, o Prefeito Ruy Hellmeister Novaes, assistido pelo Dr. Elvino Silva Filho, Secretário dos Negócios Internos e Jurídicos, pelo Dr. Antônio Leite Carvalhães, Secretário de Obras e Serviços Públicos,pelo Dr. Aníbal de Lemos Couto, Procurador do Departamento Legal e pelo Dr. Cyro Bierrembach de Castro, Sub-Diretor do Departamento de Obras e Viação. Pela Casa da Criança Paralítica de Campinas, o Dr. Luiz de Tella, seu presidente. Consignou-se na escritura de doação a obrigação da outorgada donatária de construir, no prazo de cinco anos, seu ambulatório.
Em março de 1975, ratificando decisão daDiretoria, tomada em 09 de janeiro de 1974, a Assembléia Geral da Casa da Criança aprovou cessão de parte do terreno para a APAE, para nele ser construída sua sede. Do terreno da Casa da Criança, foi desmembrada área de 6.258,37 metros quadrados, doada à APAE. Esta doação já contava com aprovação legal. A Câmara Municipal de Campinas mediante a Lei nº 4.434, de 11.11.74, alterou, em parte, a Leinº 3.189, de 30.12.64, e autorizou a então denominada Sociedade Campinas de Recuperação da Criança Paralítica a doar, “pura e simplesmente”, parte do terreno que recebera em doação.
No início da década de 70, foi inaugurada sua nova sede na Rua Pedro Domingos Vitalli nº 160 – Parque Itália, onde se localiza até os dias de hoje.
Desde a sua fundação, a Casa da Criança Paralítica de Campinascumpre sua missão de integrar e reintegrar, no meio social, pessoas portadoras de deficiência. Com a erradicação da poliomielite, mudou-se a origem dos problemas de saúde enfrentados pelos seus usuários. Antes eram eles decorrentes da poliomielite; agora da Mielomeningocele, lesão cerebral precoce, traumas, acidentes, etc. Com esta ou aquela etiologia, o cuidado com o usuário não mudou. Prevaleceu,...
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