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NOME: Luciano Da Silva RA: 902665789 7A UNIDADE: Memorial




TERAPIA MEDICAMENTOSA UTILIZADA NO TRATAMENTO DA HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTEMICA: REVISÃO DE LITERATURA



Área de Concentração: Bioquímica
Orientador: Profa. Wagner Godoy



Artigo Científico apresentado a Universidade Nove de Julho referente ao Trabalho de Conclusão de Curso para obtenção do título de Graduaçãoem Farmácia e Bioquímica


São Paulo
2011
TERAPIA MEDICAMENTOSA UTILIZADA NO TRATAMENTO DA HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTEMICA: REVISÃO DE LITERATURA

DRUG THERAPY USED IN THE TREATMENT OF hypertension: LITERATURE REVIEW

Gisele Dias de Sousa
Graduando em farmácia e bioquímica da Universidade Nove de Julho
giselly.thebest@hotmail.com

Wagner Godoy
Professora do curso de farmácia ebioquímica da Universidade Nove de Julho
profwagnergodoy@uninove.com.br





RESUMO


PALAVRAS-CHAVE:
ABSTRACT


KEY WORDS:





1. INTRODUÇÃO

A hipertensão arterial sistêmica (HAS) é uma condição clinica multifatorial caracterizada por níveis elevados e sustentados de pressão arterial (PA). Associa-se frequentemente alterações funcionais e/ou estruturais dos órgãos-alvos(coração, encéfalo, rins e vasos sanguíneos) e a alterações metabólicas, com consequente aumento do risco de eventos cardiovasculares fatais e não fatais. A HAS tem alta prevalência e baixas taxas de controle. É considerado um dos principais fatores de risco (FR) modificáveis e um dos mais importantes problemas de saúde publica. A mortalidade por doenças cardiovascular (DCV) aumenta progressivamentecom a elevação da PA a partir de 115/75mmhg de forma linear, continuo e independente. Em 2001, cerca de 7,6 milhões de morte no mundo foram atribuídas a elevação da PA (54% por acidente vascular encefálico[AVE] e 47% por doença isquêmica do coração [DIC] sendo a maioria em países de baixo e médio desenvolvimento econômico e mais da metade em indivíduos entre 45 e 69 anos. Em nosso país, as DCV temsido a principal causa de morte. Em 2007 ocorreram 308.466 óbitos por doenças do aparelho circulatório. Entre 1990 e 2006, observou-se uma tendência lenta e constante de redução das taxas de mortalidade cardiovascular. As DCV são ainda responsáveis por alta frequência de internações, ocasionando custos médicos e socioeconômicos elevados. Como exemplo, em 2007 foram registradas 1.157.509internações por DCV no Sistema Único de Saúde (SUS). Em relação aos custos, em novembro de 2009 ocorreram 91.970 internações por DCV, resultando em um custo de R$165.461.644,33 (DATASUS). A doença renal terminal, outra condição frequente na HAS, ocasionou a inclusão de 94.282 indivíduos em programa de dialise no SUS e 9.486 óbitos em 2007 (12). Nos países em desenvolvimento, o crescimento dapopulação idosa e o aumento da longevidade, associados a mudanças nos padrões alimentares e no estilo de vida, tem forte recuperação sobre o padrão de morbimortalidade. No Brasil projeções da Organização das Nações Unidas (ONU) (2002) indicam que a mediana da idade populacional passará de 25,4 anos em 2000 a 38,2 anos em 2050. Uma das consequências desse envelhecimento populacional é o aumentodas prevalências de doenças crônicas, entre elas a hipertensão. Estudos de prevalência da hipertensão no Brasil, entre 1970 e o inicio dos anos 90, revelam valores de prevalência entre 7,2 e 40, 3% na Região Nordeste, 5,04 37,9% na Região Sudeste, 1,28 a 27,1% na Região Sul e 6,3 a 16,75% na Região Centro-Oeste. Esses estudos de prevalência são importantes fontes de conhecimento da frequência deagravos na população: servem também, para verificação de mudanças ocorridas após as intervenções. Nos últimos anos, observa-se o aumento do numero de estudos transversais para estimar a prevalência a hipertensão arterial (13). A importância da dieta e de outros fatores de estilo de vida no controle da hipertensão arterial sistêmica vem sendo enfatizada nas ultimas décadas. Apresentamos...
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