Tcc esteira seletora

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ESTEIRA SELETORA E CONTADORA

Piracicaba - 2012

Trabalho de Conclusão de Curso apresentado a
ETEC Deputado Ary de Camargo Pedroso para a
obtenção do título de Técnico em automação
industrial.
Orientador: Prof. Ivo G. O. Campos
Prof. Adilson A.

2

Piracicaba 2012

ETEC
Termo de Autorização de Divulgação do Trabalho de Conclusão de Curso –
TCC

Nós, abaixo assinados, naqualidade de titulares dos direitos morais e
patrimoniais de autores do Trabalho de Conclusão de Curso – TCC ESTEIRA
SELETORA E CONTADORA, regularmente matriculados no Curso Técnico em
Automação industrial, módulo III, período de Julho à Dezembro de 2012,
autorizamos o Centro Paula Souza, por meio de suas Unidades de Ensino ou em
meio virtual – Internet, reproduzir e/ou disponibilizar a obra ouparte dela, a partir
desta data, por tempo indeterminado.

Piracicaba, 06 de Dezembro de 2012.


NINGUÉM É SUBSTITUÍVEL

Na sala de reunião de uma multinacional o diretor nervoso fala com sua equipe de
gestores.
Agita as mãos, mostra gráficos e, olhando nos olhos de cada um ameaça: "ninguém
é insubstituível"!
A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio.
Osgestores se entreolham, alguns abaixam a cabeça.. Ninguém ousa falar nada.
De repente um braço se levanta ...e o diretor se prepara para triturar o atrevido:
- Alguma pergunta?
- Tenho sim. E Beethoven?
- Como? - o encara o diretor confuso.
- O senhor disse que ninguém é insubstituível e quem substituiu Beethoven?
Silêncio…
O funcionário fala então:
- Ouvi essa estória esses dias, contadapor um profissional que conheço e achei
muito pertinente falar sobre isso. Afinal as empresas falam em descobrir talentos,
reter talentos, mas, no fundo continuam achando que os profissionais são peças
dentro da organização e que, quando sai um, é só encontrar outro para por no lugar.
Então, pergunto: quem substituiu Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi?
Frank Sinatra? Garrincha? SantosDumont? Monteiro Lobato? Elvis Presley? Os
Beatles? Jorge Amado? Pelé? Paul Newman? Tiger Woods? Albert Einstein?
Picasso? Zico? Etc.?…
O rapaz fez uma pausa e continuou:
- Todos esses talentos que marcaram a história fazendo o que gostam e o que
sabem fazer bem, ou seja, fizeram seu talento brilhar. E, portanto, mostraram que
são sim, insubstituíveis. Que cada ser humano tem sua contribuiçãoa dar e seu
talento direcionado para alguma coisa. Não estaria na hora dos líderes das
organizações reverem seus conceitos e começarem a pensar em como desenvolver
o talento da sua equipe, em focar no brilho de seus pontos fortes e não utilizar
energia em reparar seus 'erros ou deficiências'?
Nova pausa e prosseguiu:

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- Acredito que ninguém se lembra e nem quer saber se BEETHOVEN ERASURDO ,
se

PICASSO

ERA

INSTÁVEL

,

CAYMMI

PREGUIÇOSO

,

KENNEDY

EGOCÊNTRICO, ELVIS PARANÓICO… O que queremos é sentir o prazer
produzido pelas sinfonias, obras de arte, discursos memoráveis e melodias
inesquecíveis, resultado de seus talentos. Mas cabe aos líderes de uma organização
mudar o olhar sobre a equipe e v oltar seus esforços, em descobrir os PONTOS
FORTESDE CADA MEMBRO. Fazer brilhar o talento de cada um em prol do
sucesso de seu projeto.
Divagando o assunto, o rapaz continuava.
- Se um gerente ou coordenador, ainda está focado em 'melhorar as fraquezas' de
sua equipe, corre o risco de ser aquele tipo de ‘técnico de futebol’, que barraria o
Garrincha por ter as pernas tortas; ou Albert Einstein por ter notas baixas na escola;
ou Beethoven porser surdo. E na gestão dele o mundo teria PERDIDO todos esses
talentos.
Olhou a sua a volta e reparou que o Diretor, olhava para baixo pensativo. O volto a
dizer nesses termos:
- Seguindo este raciocínio, caso pudessem mudar o curso natural, os rios seriam
retos não haveria montanha, nem lagoas nem cavernas, nem homens nem
mulheres, nem sexo, nem chefes nem subordinados… Apenas peças… E...
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