Supply chain

Disponível somente no TrabalhosFeitos
  • Páginas : 32 (7944 palavras )
  • Download(s) : 0
  • Publicado : 22 de março de 2012
Ler documento completo
Amostra do texto
UNIVERSIDADE CRUZEIRO DO SUL
PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA
MBA EM GESTÃO EMPRESARIAL




ANÁLISE DE PROJETOS DE INVESTIMENTO
“ Agências de rating e projetos de investimento: Como essas agências podem contribuir para a viabilização do projeto”.














SÃO PAULO
2012
UNIVERSIDADE CRUZEIRO DO SUL
PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA
MBA EM GESTÃOEMPRESARIAL



Anderson Vasconcelos RGM:
Diego Bonfatti RGM: 31.437-4
Lilian Jacob RGM: 33.726-9
Valéria Prates Cordeiro RGM: 33.714-5
















SUMÁRIO


1. APRESENTAÇÃO 5
2. FUNDAMENTOS DA TEORIA DA REGULAÇÃO 6
3. A ATUAÇÃO DAS AGÊNCIAS DE RATINGS 7
4. PROCESSO DE CLASSIFICAÇÃO 8
4.1 O processo de “rating” por uma agência declassificação de risco . 10
4.2 Os usuários de rating 12
4.3 A competência da CVM para regular a atuação das agências de rating 14
4.4 Outras questões jurídicas acerca da atuação das agências de rating no Brasil 14
5. RISCO DO PROJETO 16
Considerações Finais 17
BIBLIOGRAFIA 18












LISTA DE TABELAS
Tabela 1 - Processo de classificação de rating 9
Tabela 2 - Usuários de Rating 13LISTA DE FIGURAS
Figura 1 - Cronograma de classificação de rating 9


ANEXOS
1 – lei nº 6385 – Sociedades Anônimas


















1. APRESENTAÇÃO

Segundo Brasil 2002, com o crescimento mundial da economia, as empresas, precisam de capital para quitar dívidas ou para realizar investimentos, o autor cita alguns exemplos como: reposição ou atualização tecnológicade equipamentos, expansão da capacidade, diferenciação de produto ou processo, diversificação de carteira ou produto e ou atividades. Uma das formas de se obter recursos é participar de um IPO (Initial Public Offering), utilizado para abertura de capital, ou lançamento de novas ações no mercado, quando se tratar de empresas de capital aberto.
Para a proteção dos investidores, tornou-sefundamental a apresentação do conteúdo informacional a ser apresentado aos financiadores. Neste momento a governança corporativa trabalha com um conjunto de práticas que garantem a proteção dos investidores outros agentes ligado à empresa facilitando seu acesso ao capital.
Os órgãos reguladores são conhecidos como Comissão de Valores Imobiliários (CVM) e a BM&FBovespa, que determinam o desenvolvimentode tais práticas.





2. FUNDAMENTOS DA TEORIA DA REGULAÇÃO

Para Gilligan (1999), a noção de regulação como uma interferência, conduzida principalmente pelo Estado, é aceita pela maioria dos cientistas sociais, advogados e economistas. Essa interferência teria como objetivo principal a proteção do interesse público sobre interesses econômicos específicos.
Uma possível definição deregulação é ensinada por Garcia Júnior (2002):
“Um conjunto de contratos, leis regulamentos e ações de fiscalização e supervisão que impõem incentivos (custos e benefícios), para os agentes regulados (firmas e consumidores) de forma a ajustar suas ações e comportamentos diante de situações ou avaliações de risco, inclusive o monitoramento do seu próprio sistema de avaliação e gerenciamento derisco.”
A princípio, os mercados perfeitamente competitivos devem atingir resultados sem a necessidade de qualquer intervenção estatal. Ocorre que os mercados “do mundo real” são afetados por um ou mais tipos de falhas de mercado que impedem tais resultados eficientes (White, 1996). Dentre as inúmeras falhas de mercado existentes, destacam-se: poder de mercado; economias de escala; externalidades;incerteza; informação assimétrica; e problemas de second best .
Apesar da regulação estatal ser capaz de, a princípio, melhorar a eficiência de mercados imperfeitos, os governos (i.e. o Estado) também podem falhar neste processo, e seus esforços intervencionistas podem gerar a deterioração da eficiência dos mercados, ao oposto de aumentá-la. Esta falha de governo ocorre por diversas razões:...
tracking img