Super fosfato simples

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Super Fosfato Simples

As alimentações principal (ingredientes) para o processo são o ácido sulfúrico concentrado, ea rocha de fosfato. Fosfato de rocha é uma mistura de muitos minerais, mas tem generosas quantidades de fosfato "insolúvel" (PO4). As plantas não podem absorver esta PO4 por isso é inútil como um fertilizante. O objetivo principal do processo de super fosfato é converter este PO4em uma forma "solúvel".

• O fosfato de rocha é esmagada em partículas finas,
• A rocha é feito reagir com ácido sulfúrico concentrado, a conversão de a maior parte do PO4 numa forma solúvel. A maior parte dessa reação ocorre rapidamente, mas vai continuar lentamente ao longo dos próximos dias,
• A mistura reagiu é granulada (transformado em peletes pequenas) e os grânulos são deixada amaturar durante semanas antes do uso.

Produção:
A Indústria Extrativa Mineral, responsável pela produção da matéria prima rocha fosfática (concentrado) está representada pelas empresas: Fosfértil, Ultrafértil, Bunge, Copebras, Galvani, Itafós e Socal SA, com atividade nos municípios de Tapira, Araxá, Patos de Minas, e Lagamar no Estado de Minas Gerais; Catalão e Ouvidor em Goiás; Cajati e Registrono estado de São Paulo, Campo Alegre de Lourdes e Irecê no Estado da Bahia e Arraias no Estado de Tocantins.
No ano de 2008 a produção de rocha fosfática alcançou 6.727 mil toneladas tendo o Estado de Minas Gerais continuado como líder em produção desse insumo com 50,8% de participação, seguido de Goiás com 35,5%, São Paulo com 9,7% e o restante pelos estados da Bahia e Tocantins. Quanto àsempresas, a Fosfertil participou dessa produção com 33%, a Bunge Fertilizantes com 24,7%, a Ultrafertil com 15,22%,
e a Copebras com 19,1%, sendo o restante produzido pelas empresas Galvani, Itafós e Socal. Em 2007, mineradoras do Estado de Minas Gerais participaram, respectivamente com 53,7% e 58,9%, da oferta interna, dos insumos, ácido fosfórico e sulfúrico para fertilizantes, enquanto o Estado deGoiás disponibilizou 28,8% e 28,0% da oferta de ácido fosfórico e sulfúrico, respectivamente, e mais de 90% da amônia anidra, ficando o Estado de São Paulo com 17,5% de participação na produção doméstica de ácido fosfórico.
A produção brasileira de produtos intermediários para fertilizantes apresentou no período 1995/2008 um crescimento médio de 5,1% ao ano. Nessa denominação se incluem osfosfatos diamônio (DAP), fosfatos monoamônio (MAP), superfosfatos simples (SSP) e triplo (TSP), termofosfatos, rocha/fosfato parcialmente acidulado, cloreto de potássio (KCl), rocha fosfática de aplicação direta, complexos
(exceto ácido fosfórico), ressaltando que o componente superfosfato simples (SSP) representou anualmente acima de 60% do total ofertado no período considerado.
No período 1995 a2007, especificamente nos anos de 2003, 2004, 2006 e 2007 ocorreram bons desempenhos para a agricultura nacional, com recordes na produção de grãos, referentes às safras 2002/2003 e 2003/2004, 2005/2006 e 2006/2007 refletindo na considerável demanda por fertilizantes, o que não ocorreu em 2005
(safra 2004/2005), quando em face das estiagens, principalmente no sul, gerou queda no consumo de adubos,com conseqüente diminuição de 13,0% na produção desses insumos da indústria de fertilizantes.

Concentração:
Em 2008, em torno de 83,8% da produção mundial de rocha fosfática esteve concentrada em sete países, destacando-se a China, os Estados Unidos, Marrocos, Rússia, Tunísia, Brasil e Jordânia. Os cinco primeiros países foram responsáveis por 76,5% do total de 167 milhões de toneladas de rochaproduzidas no mundo.
No Brasil o parque industrial de fertilizantes ocupou em 2008 a 6ª colocação dentre os produtores mundiais de concentrado de rocha fosfática, com 4 % de participação, produzindo ainda ácido fosfórico, vários produtos intermediários (33% a 38% de P2O5), evoluindo de 28,4 milhões de toneladas no ano 2001, com 4,7 milhões de t. de concentrado e sete anos depois, em 2008,...
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