Sucos no brasil

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  • Publicado : 18 de agosto de 2012
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Mercado e Concorrência.

Dimensão Física.
Considerando-se as dimensões continentais do Brasil, com 8,5 milhões de Km2, uma população de 192 milhões de pessoas, mesmo idioma, meios de comunicação de abrangência nacional e uma rede de transportes que, ainda que deficitária, permite a conexão entre todas as regiões e que o produto suco pode ser consumido por todas as pessoas, podemos assumir queo nosso mercado potencial é, de fato, o mercado brasileiro.
Entretanto, devemos também pressupor que dentro desta enorme dimensão geográfica, das muitas diferenças culturais que interferem nos hábitos de consumo existentes em nosso território, das diferentes concentrações de população, renda e de distintos canais de distribuição, deveremos estabelecer prioridades no que tange á determinação dosmercados-alvo no momento do lançamento do produto que ora nos propomos a fazer.
Estabelecemos como mercados prioritários, os Estados do Sudeste, São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo. Na região Sul, somente as capitais dos Estados do Paraná e Santa Catarina, Curitiba e Florianópolis respectivamente. No nordeste, somente as capitais Salvador, Recife, Aracajú e Maceió. (avaliese faz sentido – na verdade, nós é que definiremos o escopo do mercado. Só precisamos deixar isso registrado)
A decisão por esta limitação de abrangência se dá em função da rede de distribuição existente, investimentos em comunicação e por serem mercados em que há maior potencial de formadores e multiplicadores de opinião para ajudar a expandir o hábito de consumo da marca que lançaremos.Dimensão Econômica
O mercado de bebidas no Brasil movimenta hoje cerca de 60 bilhões de litros por ano, o que representa uma receita gerada na casa dos R$ .............., 00. (não achei este dado – será que ele existe ??)
Entre os anos de 2005 e 2010, dados dos últimos 5 anos auditados(*), as bebidas não-alcoólicas nitidamente ganharam espaço, subindo de 51,6% para 53,2% de participação em relação atodas as bebidas vendidas no país. Isto equivale a um incremento de 9 bilhões de litros e uma elevação do consumo “per capita” de 168,4 litros em 2005 para 206,7 litros ao ano, em 2010.
O crescimento indicado acima se explica pela combinação do aumento de poder aquisitivo das classes sociais C e D no Brasil e também pela tendência mundial de consumo de sucos.
O crescimento e a estabilidade daeconomia brasileira, já notórios, moldaram um consumidor destas classes sociais mais propenso ao consumo, que encontraram no segmento de sucos, uma alternativa a que até então não tinham acesso. Em adição a este fenômeno econômico-social, os consumidores, independentemente de sua classe social, encontraram um segmento de sucos que vem sendo favorecido pelo desenvolvimento de novos produtos. Estesegmento se ampliou através da linha light, pela criação de embalagens mais práticas e que conservam melhor o sabor dos produtos. Além da tendência de se dar um enfoque contínuo no aspecto saúde, com os produtos nas versões diet,light, orgânicas, na inovação, com sucos de novos sabores e embalagens com design mais sofisticados para superar a barreira do preconceito cultural e da noção de que osuco é um bem supérfluo.Todos estes mecanismos contribuiram para aumentar a fatia do produto, principalmente no mercado doméstico.

Corroboram com este aspecto positivo advindo da análise econômica, o fato do consumo per capta do mercado total de bebidas ter crescido 19%, no mesmo momento em que o de bebidas não-alcoólicas no Brasil ter aumentado 23%, no período em que o estudo da ABIR foirealizado, saltando de 168 litros para 207 litros per capta. Portanto, estamos dirigindo nossos esforços dentro de um sub-segmento que cresce acima do segmento em que está inserido.
Em conclusão, temos um cenário econômico em que o potencial de geração de receitas é evidentemente presente e promissor.

(*) Dados da BNA Brasil Relatório 2011 – ABIR: Consumo de todas as bebidas comerciais 2005-2010...
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