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[Relatório de Gestão intercalar] |

Índice

1. Enquadramento macroeconómico 3
1.1. Situação Económica Internacional 3
1.2. Situação Portuguesa 4
2. Actividade empresarial 5
3. Demonstração de Resultados 5
4. Situação Patrimonial 6
5. Dívidas à Segurança Social 7
6. Dívidas em mora ao Estado 7
7. Evolução Previsível da sociedade 7
8. Proposta deaplicação de resultados 7

Exmos. Senhores Accionistas

Em obediência aos estatutos e às normas legais aplicáveis, designadamente aos artigos 65º. e 66º. do Código das Sociedades Comerciais, vem a Gerência da Sociedade E159-Comércio de material para bebés, Lda apresentar as Contas e o Relatório de Gestão relativos aos peridos de Outubro e Novembro de 2011, pelo que, nos permitimos remeter osSenhores Gerentes para a leitura do mesmo.

1. Enquadramento macroeconómico

2.1. Situação Económica Internacional

De acordo com o FMI, o PIB Mundial terá aumentado 5% em 2010, após decréscimo de cerca de 0,6% registado em 2009, contando com projecções de crescimento acima de 4% para 2011 e 2012. Também a zona Euro registou um crescimento económico, embora mais modesto, com aumentodo PIB em cerca de 1,7%, após contracção de 4,1% em 2009.

O restabelecimento económico assistido em 2011 combinou diferentes velocidades: mais modesto nas economias avançadas, pelo elevado endividamento, quer das famílias, quer dos governos, bem como pelas preocupações conjunturais e financeiras; e mais forte nas economias emergentes, dinamizadas por mercados com boas taxas de crescimento comoa Ásia (China com crescimento do PIB de 10,3% e a Índia com aumento do PIB em 9,7%), América Latina e África Subsariana, suscitando diferentes intervenções politicas.

A instabilidade dos mercados financeiros na zona Euro reflectiu as perturbações do mercado da divida soberana de alguns países, assistindo-se à extensão da crise que, em 2009 afectou os bancos e em 2010 atingiu os países. Asquestões de liquidez e de solvabilidade dos respectivos sectores públicos afectaram as condições de financiamento dos sistemas bancários nos mercados, essencialmente a partir de Maio de 2010, com as revisões em baixa da notação de crédito da dívida pública grega e com o contágio a outros países europeus com elevados défices orçamentais e fragilidades estruturais, como Portugal, Irlanda, Espanha erecentemente Itália. Esta conjuntura contribuiu para a volatilidade dos mercados financeiros internacionais, afectando a confiança dos investidores e levando a que as taxas de juro da dívida pública atingissem máximos nunca vistos desde o inicio da União Económica e Monetária.

Os níveis de inflação na Europa e EUA mantiveram-se em baixa e o Japão prosseguiu a sua tendência deflacionista. Já aseconomias emergentes registaram aumento da inflação, motivadas pela crescente procura de petróleo e matérias-primas não energéticas (particularmente cobre, níquel e estanho), bem como de bens alimentares (designadamente milho, açúcar e trigo).

Apesar do produto mundial ter indiciado um bom ritmo de crescimento económico em 2010, o ano 2011 evidencia um abrandamento global, em especial nas economiasmais avançadas como os EUA, Japão e zona Euro. Estas devem evitar riscos de deterioração da estabilidade financeira e recuperar a confiança nos sistemas bancários, ainda que na zona Euro a volatilidade no mercado da divida soberana se afigure numa forte limitação ao crescimento económico para o ano 2012.
Para as autoridades dos mercados emergentes a tarefa é limitar o sobreaquecimento daeconomia e a acumulação de vulnerabilidades, pois estas economias deverão continuar a beneficiar de um forte crescimento, comparado com as economias mais avançadas, podendo colocar pressão sobre alguns mercados financeiros, contribuindo para o aparecimento de potenciais bolhas nos preços dos activos e para as pressões inflacionistas.

2.2. Situação Portuguesa

* A economia Portuguesa...
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