Somalia

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Escola Secundária Dr. João Carlos Celestino Gomes – Ílhavo

Disciplina: Geografia C
Professor: José Fidalgo
Ano: 2012/13

Trabalho realizado por: Jéssica e Vanessa
12ºC

Introdução:

No âmbito da disciplina de Geografia C, foi-nos proposto fazer um trabalho, no qual teríamos de escolher um conflito de entre alguns que o professor propôs. Nós escolhemos o conflito da Somália. A razãoda escolha foi essencialmente a localização do país em questão (ou seja, por ser um país do continente africano), no qual tivemos em consideração as más condições de vida naquela região.
A finalidade deste trabalho é saber mais sobre o conflito somali, como por exemplo a sua origem, o que se passou ao longo dos anos em que esteve ativo, que países intervieram, que ajudas humanitárias foram dadasaos seus habitantes e se já se encontra extinto.
Esperamos ter feito um trabalho com qualidade, e que tenhamos atingido as nossas expectativas e a do professor da disciplina, José Fidalgo.

Resenha histórica do conflito:
A guerra na Somália teve origem na disputa do controlo do país e foi iniciada em 1991. Começou oficialmente a cerca de 20 de Julho de 2006, envolvendo as forças da Etiópia edo Governo Federal de Transição Somaliana (GFT) contra a “organização Guarda-Chuva” islamita somaliana e ainda contra a União das Cortes Islâmicas (UCI).
As tropas etíopes, apoiadas pelos EUA, invadiram a Somália para auxiliar o Governo Federal de transição em Baidoa.
Pouco depois, o líder da UCI, Hassan Dahir Aweys, afirmou: "A Somália está em estado de guerra, e todos os somalianos devemparticipar desta resistência contra a Etiópia.” No dia 24 de Dezembro de 2006 a Etiópia declarou que passaria a combater ativamente a UCI.
Segundo Meles Zenawi (primeiro-ministro da Etiópia) o país teria entrado no conflito por causa das ameaças que sofria face às suas fronteiras. "As forças de defesa etíopes foram obrigadas a entrar em guerra para proteger a soberania da nação", afirmou. "Não estamosa tentar instalar um governo para a Somália, nem temos a intenção de interferir com os assuntos internos da Somália. Apenas fomos forçados pelas circunstâncias.”

Meles Zenawi

A UCI, que controlava o litoral-sul da Somália, entrou em guerra com o GFT da Somália e com os governos autónomos regionais da Puntlândia e de Galmudug, todos apoiados pelas tropas etíopes. O início dos conflitos maisintensos deu-se a 20 de Dezembro com a Batalha de Baidoa (que decorreu depois da UCI ter imposto o prazo de uma semana à Etiópia para se retirar das terras somalianas). A Etiópia, no entanto, opôs-se a abandonar as suas posições na capital provisória do GFT (Baidoa).
A 29 de Dezembro, após várias batalhas bem-sucedidas, as tropas governamentais e etíopes invadiram Mogadíscio (capital da Somália)facilmente. As Nações Unidas declararam que vários países árabes (como por exemplo a Líbia e o Egito) também apoiavam a UCI. Embora isso tenha sido divulgado posteriormente, um grupo de forças especiais norte-americanas acompanhou as tropas governamentais e da Etiópia depois do colapso e da retirada da UCI, para auxiliar militarmente e localizar militantes da Al-Qaeda.

Cronologia do Conflito:1991- (Janeiro) Violentos combates ocorrem em Mogadíscio, na sequência da contestação ao general Syad Barre que está no poder desde o golpe de estado de Outubro de 1969, e os rebeldes do congresso da Somália unificada (CSU) assumem o controlo da capital. O Presidente da República põe-se em fuga. O CSU designa Ali Mahdi Mohamed para as funções de chefe de estado, nomeação que é contestada pelosoutros movimentos da oposição.
1992- (Agosto) Butros-Ghali, depois de ter obtido o acordo das quatro fações armadas que constituem a Aliança Nacional Somali (ANS), decide o envio de quinhentos capacetes azuis para o território. As suas funções serão as de encorajar e assegurar o envio de ajuda humanitária. Entretanto, o Alto-comissário das Nações Unidas para os refugiados preocupa-se com o...
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