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  • Publicado : 3 de abril de 2013
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Social e Pessoal

Voltemos à objeção ensaiada alguns parágrafos atrás; nem sempre as regras morais visam ao bem da comunidade enquanto um todo. Sendo inúmeros os exemplos,vamos selecionar apenas alguns deles.
Por mais estável que seja a sociedade, sempre há mudança das relações entre as pessoas e grupos, na luta das relações entre as pessoas egrupos, Então, certas regras valem em determinadas circunstancias e deixam de valer quando ocorrem alternações nas relações humanas.
No entanto, existe a tendência de se resistir àsmudanças, e, quando as regras permanecem mudanças inflexíveis, sedimentadas, acabam sendo esvaziadas de seu conteúdo vital e ficam caducas e sem sentido. A sociedade passa,então, por um momento de crise moral para cuja superação são exigidas inventividade e coragem, a fim de ser recriada uma moral verdadeiramente dinâmica e comprometida com a vida.
Aexperiência efetiva da vida moral supõe, portanto o confronto continuo entre a moral constituinte, representada pela critica aos valores ultrapassados, o esforço do constituição davida moral exige a discussão constante dos valores vigentes, a fim de verificar em que medida sua realização se faz da vida ou da alienação.
O sujeito moral
Seriam então osvalores, além de relativos ao lugar e ao tempo também subjetivos isto é dependentes das avaliações de cada indivíduo?
Se cada um pudesse fazer o que bem entendesse, não haveriamoral propriamente dita. O sujeito moral tem a intuição dos valores como resultado da intersubjetividade, ou seja, da relação com os outros.
Ninguém nasce moral, mas torna-semoral. Há uma longa caminhada a sei percorrida para a aprendizagem de descentralização do eu subjetivo, a fim de superar o egocentrismo infantil e tornar-se capaz de “conviver”.
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