Slide o contrato social

Disponível somente no TrabalhosFeitos
  • Páginas : 8 (1971 palavras )
  • Download(s) : 0
  • Publicado : 18 de abril de 2013
Ler documento completo
Amostra do texto
Do Contrato Social

Jean Jaques-Rousseau

Carla Moura

Danielle Cesnik

Denise Aguiar

Veridiana Aleixo

Livro I - CAPÍTULO I Objeto Deste Primeiro livro

O homem nasce livre.

Tal direito não advém da natureza.

CAPÍTULO II Das Primeiras Sociedades

A mais antiga de todas as sociedades, e a única natural, é a da família.

Se continuam unidos, já não é de maneira natural.É a família o primeiro modelo das sociedades políticas.

CAPÍTULO III Do Direito do mais Forte

O mais forte nunca é bastante forte para ser sempre o senhor.

A força é um poder físico.

A força é um ato de necessidade, e não de vontade.

CAPÍTULO IV Da Escravidão

Um particular pode alienar sua liberdade e converter-se em escravo de um senhor.

Assegura aos súditos a tranqüilidadecivil.

Renunciar à liberdade é renunciar à qualidade de homem.



A guerra não é, pois, uma relação de homem para homem, mas uma relação de Estado para Estado.

Só se tem o direito de matar o inimigo quando não se pode escravizá-lo.

Um escravo feito na guerra ou um povo conquistado não tem nenhuma obrigação para com seu senhor.

As palavras escravidão e direito são contraditórias;excluem-se mutuamente.

CAPÍTULO V - De Como Sempre é Preciso Remontar a uma Primeira Convenção

Sempre haverá grande diferença entre submeter uma multidão e reger uma sociedade.

Antes de examinar o ato pelo qual um povo elege um rei, seria bom examinar o ato pelo qual um povo é um povo.

CAPÍTULO VI Do Pacto Social

"Encontrar uma forma de associação que defenda e proteja com toda aforça comum a pessoa e os bens de cada associado, e pela qual cada um, unindo-se a todos, só obedeça, contudo, a si mesmo e permaneça tão livre quanto antes".

Pessoa pública, assim formada pela união de todas as demais,recebe o nome de Cidade.

Aos associados, eles recebem coletivamente o nome de povo.

Cidadãos, são os súditos, enquanto submetidos às leis do Estado.

CAPÍTULO VII Do SoberanoAssociação encerra um compromisso recíproco do público com os particulares

CAPÍTULO VIII Do Estado Civil

O que o homem perde pelo contrato social é a liberdade natural.

O que com ele ganha é a liberdade civil e a propriedade de tudo o que possui.

CAPÍTULO IX Do Domínio Real

O Estado, perante seus membros, é senhor de todos os seus bens pelo contrato social

“Em vez de destruira igualdade natural, o pacto fundamental substitui, ao contrário, por uma igualdade moral e legitima aquilo que a natureza poderia trazer de desigualdade física entre os homens, e, podendo ser desiguais em força ou em talento, todos se tornam iguais por convenção e de direito.”

LIVRO II - CAPÍTULO I A Soberania é Inalienável

A base do governo da sociedade vem da conciliação dos interessesparticulares.

A soberania é o exercício da vontade geral, a qual é inalienável, já que o soberano só pode ser representado por si.

A condição da existência do povo e do soberano.

CAPÍTULO II A Soberania É Indivisível

A soberania é indivisível porque a vontade é geral ou não é.

Os políticos dividem a soberania em fins e objeto, em força e vontade, em poder executivo, e legislativo, oraconfundindo as parte, ora separando-as, o que acaba causando erros.

CAPÍTULO III A Vontade Geral Pode Errar

A vontade geral pode se enganar, mas jamais ser corrompida.

A tendência é que a sociedade sempre siga em linha reta quanto a suas vontade, quanto isso não acontece, há a substituição da vontade geral pela particular.

Para o perfeito enunciado da vontade geral não pode haversociedade parcial e todo o cidadão deve manifestar o próprio pensamento.

CAPÍTULO IV Dos Limites Do Poder Soberano

É necessário distinguir os direitos dos cidadãos e do soberano.

O que cabe ao Estado.

O pacto social estabelece a igualdade entre todos, colocando-os em mesmas condições e os fazendo usufruir os mesmos direitos.

CAPÍTULO V Do Direito De Vida E Morte

O soberano se...
tracking img