Sistemas biomedicos

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  • Publicado : 24 de setembro de 2012
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Esse texto refere – se à Implantação de Unidades Hospitalares. Para a arquitetura o maior desafio para a implantação de uma unidade hospitalar é o uso bem dimensionado dos espaços na área de sua construção. Exigem estudos que valorize todas as potencialidades de zonas do terreno para diversos usos. O que valoriza o trabalho do arquiteto.
As análises possibilitam a checagem e controle quepermitem a criação de Planos Diretores e novos modelos nas reformas e ampliações. Contempla corretamente os aspectos funcionais que significa salvar vidas e viabiliza economia nessa edificação, permitem aumento no seu tempo de utilização e redução de seus custos de manutenção, bem como, mas flexibilidade, variação de usos, ampliação e afins.
Os estudos do terreno devem prever adaptações, ampliações ereformas. Um hospital está continuadamente em processo de construção, e é reconhecido como um consumidor de área. Sua área inicial deve-se limitar-se a 30% (antiga portaria 400, do Ministério do Brasil) a 50% (pelo Plano Diretor). Recomenda-se observância da tipografia para não ter dispêndio; 10% declínio, no máximo, em horizontal.
Para a construção de hospitais, evita-se proximidade com corpode bombeiro, aeroporto, clubes, casas de espetáculos, indústria de alto risco - poluentes e tóxicos, e cemitério. Se a localização for próximo de ruas ruidosas e ou autoestradas adota – se – á barreiras de proteção de som em esquadrias. Quando constar de Unidades de Emergência, as vias de acesso devem ser amplas e livres e com pistas de desaceleração. Os pedestres priorizados; o estacionamento queatenda a demanda com no mínimo duas vagas por leito; entrada para caminhões e ambulância com pátio para manobra. Os aspectos ambientais são observados os que facilitem iluminação, ventilação; proteção sonora; cuidados paisagísticos ordenados e planejados em ambiente de acessos a todos. Deve permanecer bem cuidados, para a manutenção do nome da instituição e bem estar dos seres humanos.
Outroponto fundamental é a sinalização interna e externa, principalmente em área de alto risco (caldeiras, casas de gases) e acessos de emergência, bioimagem, enfermaria e ambulatório.
Num projeto arquitetônico de uma EAS servirá de dimensionamento para possíveis ampliações e reforma. Nessa perspectiva tem-se destacado a necessidade de crescimento para unidade de terapia intensiva ou semi-intensiva ecom ampliação de leitos gerais de internação; adaptação e otimização e racionalização de leitos existentes, principalmente para o centro de alta complexidade. Recomenda-se que o funcionamento de um hospital se inicie com capacidade reduzida para após adequar-se a realidade e atendimento dessas EAS. A área física da unidade de apoio deve ser construída com certa folga que permitam ampliações parainstalações futura de novos equipamentos (subestação, quadro de estações elétricas, transformadores, lavanderia, caldeiras e afins), sem implicação em maiores reformas.
As áreas como almoxarifado e ambulatório são áreas flexíveis e adaptáveis que podem ser remanejada no interior do edifício com a utilização de divisórias.
Os partidos arquitetônicos são diretrizes iniciais que norteiam horizontal everticalmente. E se tratando de vertical são fatores que cuidam do porte do empreendimento, custo, aproveitamento do terreno, localização entre outros. Em localidade em que os terrenos são escassos e caros a verticalidade é uma imposição.
Considerando sempre a inconveniência da utilização de rampas e elevadores. Desta maneira opta-se preferencialmente por partido de uso horizontal.
A projeçãode áreas com utilização de rampas será observada a necessidades de inclinações baixas e grandes patamares, que permitam a manobra de carrinhos e macas. Mas o fator que é desaconselhador está no esforço de ser humano, depositado para vencer o desnível no local. Indicando o uso de elevadores; o que apresenta diversos inconvenientes tais como: a fobia, dificuldades de limpeza; alto custo – na...
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