Sistema respiratorio

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  • Publicado : 15 de março de 2013
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Avaliação do Sistema Respiratório
Ao iniciar a avaliação do sistema respiratório, o enfermeiro deve fazer uma entrevista.
Segundo Posso ( 2003), algumas doenças incidem mais em determinadas faixas etárias, algumas profissões tem maior risco de adquirir doenças respiratórias.
É importante avaliar as queixas mais freqüentes como,tosse, expectoração, dispnéia, hemoptise e dor.Em seguida faz- se oexame físico.
A anamnese respiratória visa a acolher informações sobre as condições atuais e seus problemas respiratórios progressivos. A entrevista deve concentrar-senas manifestações clínicas da queixa, história patológica progresso, história familiar e outros dados psicossociais.


As queixa respiratória mais comum são a dispnéia, a tosse, a expectoração, a hemoptise e a dor torácica.Segundo Porto(2004), Dispnéia significa dificuldade respiratória .É um sintoma subjetivo e reflete a avaliação do paciente sobre o seu grau de trabalho respiratório relacionado a uma tarefa e/ou a determinado esforço. Os pacientes podem definir dispnéia como falta de ar, sufocação, aperto, perda do fôlego ou respiração curta. o sinal objetivo da dispnéia é a utilização da musculatura acessória.Segundo Porto(2004), A hemoptise corresponda à expectoração de sangue pela boca. Deve-se tentar identificar a origem do sangue ( pulmões, sangramento nasal, estômago), se ocorreu decorrência de tosse forçada,além da freqüência e a quantidade d expectoração. O sangue proveniente dos pulmões, em geral é vermelho vivo; contudo, se estiver no pulmão por tempo prolongado, pode se tornar vermelho escuro ouacastanhado.
A dor torácica pode estar associada a problemas pulmonares au cardiacos, e a diferenciação entre essas duas causas é muito importante. Geralmente, a dor por origem pulmonar é manifestada por uma queimação constante e persistente (retroesternal), ou de forma aguda, com pontada que se acentua com o movimento e a inspiração profunda (dor pleurítica). A dor também pode se originar naspartes ósseas e cartilaginosas do tórax. A localização, a duração, a intensidade e tipo de doe são dados importantes a serem pesquisados. Deve-se questionar a existência de outros sintomas ou situações relacionados a dor torácica.
O exame físico deve ser realizado após a entrevista. As técnicas de inspeção, palpação, percussão e ausculta são empregadas. Ao realizar-se o exame, é necessário saberos marcos anatômicos das regiões posterior, lateral e anterior do tórax. para descrever uma anormalidade no tórax, é preciso definir sua localização em duas dimensões: ao longo do eixo vertical e em torno da circunferência torácica.
Inspeção
A inspeção pode ser de dois tipos: estática e dinâmica
Na inspeção estática, a examinadora deve conservar as condições da pele(colocarão, cicatrizes,lesões), pêlos e sua distribuição, presença de circulação colateral, abaulamentos e retrações.
A inspeção estática prossegue com a observação da caixa torácica. A forma do tórax apresenta variações em relação à idade, ao sexo e ao biótipo. As alterações no diâmetro anter-posterior ao transverso indicam algumas deformidades torácicas como:
- Torax em tonel é aquele em que o diâmetro antero-posterioriguala-se ao transversal e é frequentemente relacionado ao enfisema pulmonar, mas pode, algumas vezes, ser encontrado em idosos que não tenham dor esta doença.
- Tórax em funil ou infudibuliforme (pectus ecavatum) é uma deformidade no qual o esterno fica deprimido ao nível do terço inferior e os órgão se situam abaixo dele são comprimidos. diâmetro ãntero-posterior esta diminuído. Nos casos graves,o esterno pode chegar a tocar a coluna espinhal. as causas do tórax em funil incluem o raquitismo, síndrome de Marfan e os distúrbios unigênitos do tecido conjuntivo.
- Peito de pombo (pectus carinatum) é o posto do tórax em funil, qual o esteno projeta-se para frente, aumentando o diâmetro antero-posterior. As comunicações intratriais ou interventriculaires congênitas são as causas mais...
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