Sistemática brasileira de negócios internacionais

Disponível somente no TrabalhosFeitos
  • Páginas : 12 (2761 palavras )
  • Download(s) : 0
  • Publicado : 15 de novembro de 2011
Ler documento completo
Amostra do texto
CENTRO UNIVERSITÁRIO METODISTA DO IPA
CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DE NEGÓCIOS INTERNACIONAIS

Israel Gonçalves Prass

SISTEMÁTICA BRASILEIRA DE NEGÓCIOS INTERNACIONAIS

PORTO ALEGRE
2010
ISRAEL GONÇALVES PRASS

SISTEMÁTICA BRASILEIRA DE NEGÓCIOS INTERNACIONAIS

Trabalho apresentado a disciplina de Sistemática Brasileira de NegóciosInternacionais do curso de Administração de Negócios Internacionais como requisito parcial para obtenção do grau de Bacharel em Administração de Negócios Internacionais do Centro Universitário Metodista Sul IPA.

Orientador: Prof. Luiz Otávio Silveira dos Santos

PORTO ALEGRE
2010
SUMÁRIO

1.INTRODUÇÃO 4

2 A GLOBALIZAÇÃO E OS NOVOSRELACIONAMENTOS INTERNACIONAIS 4

3 RESUMO DAS POLÍTICAS INDUSTRIAIS E DE COMÉRCIO EXTEIOR DO BRASIL 7

4 A POLÍTICA DE COMÉRCIO EXTERIOR 8

5 CONCLUSÃO 11

REFERENCIA 12

1 INTRODUÇÃO

A inserção brasileira no cenário do comércio internacional, depois de anos de um quase isolamento comercial, é um processo que só começou no início da década de 90. A proteçãoexcessiva à produção doméstica havia induzido o país a um sistema de economia fechado, autárquico, distorcendo os processos de alocação de recursos e desestimulando a concorrência em benefício da sobrevivência de agentes de menor eficiência. Essa situação obrigou a criação de instrumentos de controle de preços que deprimiram a rentabilidade e desestimularam a expansão da oferta em muitos setores.Subsídios e incentivos, sobretudo à exportação, foram criados então para compensar os maiores custos dos insumos domésticos.
A sociedade viu-se, como decorrência desse protecionismo, diante de uma oferta limitada, pouco diversificada, de preço elevado, que reduziu o poder de compra de seu salário e, por essa via, reduziu o tamanho do mercado interno, fazendo escassear as oportunidades deinvestimento. Apenas com a eliminação parcial dos chamados regimes especiais de importação e a redução da redundância tarifária, em 1988, complementadas, em 1990, pela reforma da Lei de Tarifas e mediante a instituição de um regime cambial de mercado é que se começa a construção de novos paradigmas para a inserção brasileira na economia mundial, acompanhados dos temores a eles associados.Talvez se possam assumir esses eventos e essas datas como os marcos iniciais do reconhecimento do estado de transformações pelo qual os mercados haviam passado, e que estavam a exigir da empresa nacional a competência em adequar suas ofertas aos mercados que pretendessem servir. A competitividade se agravara, sobretudo, como decorrência dos processos globalizadores, que reconfiguraram a produção e adistribuição, a partir de três grandes movimentos, todos com reflexos claros sobre a estrutura teórica e prática do comércio internacional:

2 A globalização e os novos relacionamentos internacionais

Causa ou conseqüência de tantas transformações, o fato é que a globalização se imbrica com o conjunto dessas mudanças, ocorridas sempre no bojo das relações existentes entrefabricantes-fornecedores-distribuidores (PROCEB - Programa de Comércio Exterior Brasileiro. 2010).
Uma verdadeira revolução nas formas de produzir e distribuir, que desemboca em novos modelos gerenciais, agora supondo capacidades de ofertar quantitativamente superior às de consumir.
A produção massiva, reorganizada a partir dos pressupostos globalizantes, comprometidos com custos substancialmentemenores, pede a redução dos preços finais e das respectivas margens de contribuição para viabilizar o consumo massivo (PROCEB, 2010). Os lucros devem, então, derivar dos volumes, e isso impõe à administração, objetivos voltados à conquista de novos mercados, em qualquer parte do mundo, aumentando o número de consumidores e à fidelização dos atuais clientes, para o aumento de suas respectivas taxas...
tracking img