Sindrome de estocolmo

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SÍNDROME DE ESTOCOLMO
INTEGRANTES:
* Elbio Junior
* Jobalu Ay Moré
* Lucas Sogno
* Arthur Maia
* Otavio Rosa
* Rodrigo
* Stephany Dandara
* Suellenn Angélica
O que é Síndrome?
* Síndrome é um termo bastante utilizado em Medicina e Psicologia para caracterizar o conjunto de sinais e sintomas que definem uma determinada patologia ou doença.
* No sentidofigurado, o termo designa um conjunto de características que, quando associadas a situações críticas, podem gerar insegurança ou medo.
Descrição
Síndrome de Estocolmo é considerada uma reação complexa a uma situação assustadora, e os peritos não concordam completamente em todas as suas características ou sobre os fatores que tornam algumas pessoas mais suscetíveis que outras a desenvolvê-la. Umadas razões para o desacordo é que seria antiético para testar teorias sobre a síndrome através da experimentação em seres humanos. Os dados para a compreensão da síndrome são derivados de situações de reféns reais desde 1973 que diferem consideravelmente entre si em termos de localização, número de pessoas envolvidas, e tempo.
Outra fonte de discordância diz respeito a extensão em que a síndromepode ser usada para explicar outros fenômenos históricos ou tipos mais comuns de relações abusivas. Muitos pesquisadores acreditam que a síndrome de Estocolmo ajuda a explicar certos comportamentos dos sobreviventes de campos de concentração da Segunda Guerra Mundial II, membros de cultos religiosos; mulheres agredidas; sobreviventes de incesto, e fisicamente ou emocionalmente crianças vítimas deabuso, bem como pessoas feitas reféns por criminosos ou terroristas.
A maioria dos especialistas, no entanto, concordam que a síndrome de Estocolmo tem três características centrais:
-Os reféns têm sentimentos negativos sobre a polícia ou outras autoridades.
-Os reféns têm sentimentos positivos em relação a sua captor (s).
-Os captores desenvolvem sentimentos positivos para com os reféns* Fala o psiquiatra paulista Luis Altenfelder: "A síndrome de Estocolmo é uma relação patológica que se assemelha muito ao relacionamento mãe e filho. O refém cria uma relação de dependência e vira um bebê. O sequestrador é dono da vida do refém, é quem diz que hora ele deve comer, dormir e se vestir. Fica passivo e dependente. E isso, de certo modo, é cômodo para ele. Durante um sequestro, porexemplo, o sequestrado tem ódio e se pudesse mataria o seu algoz. Depois de libertado a coisa muda. Apesar de ser patológica, a Síndrome de Estocolmo não é uma doença e tende a passar"
* Em uma manhã de agosto de 1973, dois assaltantes invadiram um banco, o “Sveriges Kreditbank of Stockholm”, em Estocolmo, Suécia. Após a chegada da polícia, resultando em uma considerável troca de tiros, taldupla transformou em reféns, por seis dias, quatro pessoas que ali se encontravam.
* Ao contrário do que se poderia imaginar, quando os policiais iniciaram suas estratégias visando à libertação dos reféns, esses recusaram ajuda, usaram seus próprios corpos como escudos para proteger os criminosos e, ainda, responsabilizaram tais profissionais pelo ocorrido. Um deles foi ainda mais longe: apóssua libertação, criou um fundo para os raptores, com o intuito de ajudá-los nas despesas judiciais que estes teriam, em conseqüência de seus atos.
* Tal estado psicológico particular passou então a ser chamado de “síndrome de Estocolmo”, em homenagem ao referido episódio.
* Ao contrário do que se imagina, ele não é tão raro quanto pensamos, e não se resume somente a relações entre raptores ereféns. Escravos e seus senhores, sobreviventes de campos de concentração, aqueles submetidos a cárcere privado, pessoas que participam de relacionamentos amorosos destrutivos, e até mesmo algumas relações de trabalho extremas, geralmente permeadas de assédio moral; podem desencadear o quadro. Em todos esses casos, são características marcantes: a existência de relações de poder e coerção,...
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