Sindrome da inumo deficiencia adquirida

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A síndrome da imunodeficiência adquirida (SIDA, normalmente em Portugal, ou AIDS, mais comum no Brasil) é uma doença do sistema imunológico humano causada pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV).[1][2][3] Esta condição reduz progressivamente a eficácia do sistema imunológico e deixa as pessoas suscetíveis a infecções oportunistas e tumores. O HIV é transmitido através do contato direto de umamembrana mucosa ou na corrente sanguínea com um fluido corporal que contêm o HIV, tais como sangue, sêmen, secreção vaginal, fluido preseminal e leite materno.[4][5] Esta transmissão pode acontecer durante o sexo anal, vaginal ou oral, transfusão de sangue, agulhas hipodérmicas contaminadas, o intercâmbio entre a mãe e o bebê durante a gravidez, parto, amamentação ou outra exposição a um dosfluidos corporais acima.
A aids hoje é considerada uma pandemia.[6] Em 2007, estimava-se que 33,2 milhões de pessoas viviam com a doença em todo o mundo e que a aids tenha matado cerca de 2,1 milhões de pessoas, incluindo 330.000 crianças.[7] Mais de três quartos dessas mortes ocorreram na África Subsaariana.[7]
A pesquisa genética indica que o HIV teve origem na África centro-ocidental durante oséculo XIX e início do século XX.[8][9] A aids foi reconhecida pela primeira vez pelos Centers for Disease Control and Prevention dos Estados Unidos, em 1981, e sua causa, o HIV, foi identificado no início dos anos 1980.[10]
Embora os tratamentos para a AIDS e HIV possam retardar o curso da doença, não há atualmente nenhuma cura ou vacina. O tratamento antirretroviral reduz a mortalidade e amorbidade da infecção pelo HIV, mas estes medicamentos são caros e o acesso a medicamentos antirretrovirais de rotina não está disponível em todos os países.[11] Devido à dificuldade em tratar a infecção pelo HIV, a prevenção da infecção é um objetivo-chave para controlar a pandemia da AIDS, com organizações de promoção da saúde do sexo seguro e programas de troca de seringas na tentativa de retardar apropagação do vírus.
Índice [esconder]
1 Progressão e sintomas
1.1 Síndromes clínicas
2 Causa
3 Diagnóstico
3.1 Classificação da OMS
3.2 Sistema de classificação do CDC
3.3 Teste de HIV
4 Prevenção
4.1 Contato sexual
4.2 Contato com fluidos corporais infectados
4.3 Transmissão da mãe para a criança
5 Tratamento
5.1 Tratamento antiviral
5.2 Cura
6 Epidemiologia
6.1 Brasil
6.2Portugal
7 História
8 Cultura e sociedade
8.1 Estigma
8.2 Impacto econômico
8.3 Religião e aids
8.4 Reavaliação da AIDS
9 Ver também
10 Notas
11 Referências
12 Ligações externas
[editar]Progressão e sintomas

Em vermelho níveis de HIV, em azul níveis de linfócitos T CD4+

Principais sintomas da AIDS (legendas em inglês).
A manifestação inicial do HIV, presente em 50 a 70% dos casos, ésemelhante[12] a uma gripe ou mononucleose infecciosa e ocorre 2 a 4 semanas após a infecção. Pode haver febre, mal-estar, linfadenopatia (gânglios linfáticos inchados), eritemas (vermelhidão cutânea), e/ou meningite viral. Estes sintomas são geralmente ignorados, ou tratados enquanto gripe, e acabam por desaparecer, mesmo sem tratamento, após algumas semanas. Nesta fase há altas concentrações devírus, e o portador é altamente infeccioso.[13]
A segunda fase é caracterizada por baixas quantidades dos vírus, que se encontram apenas nos reservatórios dos gânglios linfáticos, infectando gradualmente mais e mais linfócitos T CD4+; e nos macrófagos. Nesta fase, que dura em média 10 anos, o portador é soropositivo, mas não desenvolveu ainda SIDA/AIDS. Ou seja, ainda não há sintomas, mas oportador pode transmitir o vírus. Os níveis de T CD4+ diminuem lentamente e ao mesmo tempo diminui a resposta imunitária contra o vírus HIV, aumentando lentamente o seu número, devido à perda da coordenação dos T CD4+ sobre os eficazes T CD8+ e linfócitos B (linfócitos produtores de anticorpo).[14]
A terceira fase, a da SIDA, inicia-se quando o número de linfócitos T CD4+ desce abaixo do nível...
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