Sindicalismo em portugal

Disponível somente no TrabalhosFeitos
  • Páginas : 22 (5272 palavras )
  • Download(s) : 0
  • Publicado : 28 de dezembro de 2012
Ler documento completo
Amostra do texto
Sindicalismo em Portugal
Índice

1. Sindicalismo em Portugal
1.1. A Historia e a sua Evolução
1.2. Importância
2. Organizações Sindicais
2.1. Objectivos:
2.2. Obrigações:
2.3 Organizações Sindicais
2.3.1 UGT - UNIÃO GERAL DE TRABALHADORES
2.3.2 Sindicato dos Enfermeiros Portugueses - SEP
2.3.3 Sindicato dos trabalhadores do Comércio, Escritório e Serviços dePortugal – CESP
2.3.4 Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – Intersindical Nacional – CGTP-IN
2.3.5 Sindicato dos Trabalhadores de Aviação e Aeroportos – SITAVA
3 Organizações Patronais
3.1 O que são Organizações Patronais
3.2 Para que servem as Organizações Patronais
3.3 Que organizações existem em Portugal
3.4 Tipos de organizações em Portugal
3.4.1 ANJE– Associação Nacional de Jovens Empresários
3.4.2 CAP – Confederação dos Agricultores de Portugal
3.4.3 CCP – Confederação de Comércio de Serviços de Portugal
3.4.4 AEP – Associação Empresarial de Portugal
3.4.5 APHORT – Associação Portuguesa de Hotelaria, Restauração e Turismo

Introdução

Este trabalho foi realizado no âmbito do módulo 2.1 - Legislação Laboral, sobre o temaO Sindicalismo em Portugal, solicitado pela Formadora Cristina Faria.
A elaboração deste trabalho tem como objectivo principal conhecer melhor o Sindicalismo em Portugal, abordando a sua história, a sua evolução e a sua importância, bem como as organizações sindicais e as organizações patronais existentes em Portugal, no qual irá ser retratados exemplos de organizações, um pouco da sua história,os seus objectivos e o que defendem.
O Sindicalismo em Portugal existe desde o século XIX, e o número de organizações similares aumentou a partir da década de 1870. O Estatuto do Trabalho Nacional integrou os sindicatos na estrutura corporativa do regime fascista, limitando-lhes a acção e a participação em reformas legislativas de carácter liberal. As organizações operárias católicas foram asúnicas que conheceram maior esplendor, ainda que controladas pelo Estado. O 25 de Abril de 1974 trouxe nova vida ao sindicalismo em Portugal, garantindo a liberdade sindical e o direito à greve. O sindicalismo em Portugal, tem contudo, um pouco a ver com a imagem da Europa Ocidental.
Sindicato é uma associação fundada para a defesa comum dos interesses de seus aderentes. Os tipos mais comuns desindicatos são os representantes de categorias profissionais, conhecidos como sindicatos laborais ou de trabalhadores, e de classes económicas, conhecidos como sindicatos patronais ou empresariais.
A metodologia utilizada para a elaboração deste trabalho será através de pesquisa na Internet, de toda a informação necessária para a realização dos temas abordados.


Sindicalismo em Portugal

AHistoria e a sua Evolução
*
O sindicalismo tem origem nas associações de emprego na Europa medieval.
No século XVIII, durante a revolução industrial na Inglaterra, os trabalhadores, provenientes das indústrias têxteis, doentes e desempregados juntavam-se nas sociedades de assistência mútua.
Após a Primeira Guerra Mundial, outros modelos de sindicalismo surgiram, ligados ao comunismoresultante a partir da Revolução Russa de 1917 ou ao fascismo, surgido na Itália, Espanha, Alemanha e Portugal, com as devidas variáveis.
Os sindicatos comunistas eram dirigidos pelos partidos com o mesmo nome (PC's). Eram o elo de ligação entre as directrizes dos partidos e o mundo operário, tendo mais uma função de gestão de actividades sociais.
Em Portugal, o sindicalismo existe desde o séculoXIX, as primeiras referências são as associações de empregos, extinguidas por Mouzinho da Silveira em 1834. Com o exemplo do Centro Promotor dos Melhoramentos das Classes Laboriosas (1852) e a Associação dos Tipógrafos Lisbonenses, já com a marca sindicalista.
O número de organizações similares aumentou a partir da década de 1870, bem como a sua acção reivindicativa, inspirada nos objectivos...
tracking img