Simulado cefet

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Curso - 2º Simulado CEFET / COLTEC – 2º sem. 2012 NOME:

1

28/09/2012

Instruções ao candidato: * Esta prova é composta de 60 questões de múltipla escolha; * A duração da prova é de 3h30min, incluindo a marcação do gabarito; * Há no final da prova um espaço para rascunho e tabela periódica.
1- Em uma prova de 25 questões, cada resposta certa vale + 0,4 e cada resposta errada vale − 0,1 .Um aluno resolveu todas as questões e teve nota 0,5 . Qual a porcentagem de acertos desse aluno? a) b) c) d)

5% 16% 20% 24%

2 - A figura mostra o gráfico da posição x (em m) em função do tempo t (em s) para uma partícula num movimento retilíneo. Essa partícula esteve sob a ação de uma força resultante não-nula no(s) intervalo(s) de tempo.

a) 1 s a 2 s e 3 s a 4 s b) 0 s a 1 s e 4 s a 6 sc) 2 s a 3 s d) 1 s a 4 s 3 - Mas a coleta, a caça e a pilhagem não eram as únicas formas que tinham de encontrar alimento. Ao longo dos caminhos percorridos, plantavam roças de subsistência, que iam colher ao voltar ou que deixariam para outros sertanistas usufruírem. Há a hipótese, muito convincente, de que a grande difusão do milho se deveu sobretudo à facilidade com que se podem transportar osgrãos do cereal nas longas jornadas. As ramas de mandioca, ao contrário, seriam muito mais incômodas para carregar, e a demora das viagens alteraria em muito sua capacidade germinativa. Passados os primeiros tempos da expansão, o hábito de plantar roças nesses pousos improvisados permaneceu, tornando-se constante entre as expedições de desbravamento. (Laura de Mello e Souza) O texto descreve umapassagem da vida quotidiana dos: a) expedições costeiras.. b) capitães donatários c) imigrantes europeus. d) bandeirantes paulistas.

Curso CENPRO - 2º Simulado CEFET / COLTEC – 2º sem. 2012
TEXTO I

2

“A revolta eclode uma semana depois. O cardápio tinha se tornado invariável: sopa, massa, um pedaço de carne — esta, sempre dura. “À medida que Sofia envelhece” — murmura Octávio — “o bifefica mais duro”. Mesmo Mayer Guinzburg, que tem bons dentes, não consegue comer. David Benveniste mastiga, inutilmente,com as gengivas lisas. Ana Souza recusa a comida que Santinha lhe oferece. — Ela diz que está muito dura, Dona Sofia — explica Santinha. — Cala a boca e vai para a cozinha — ordena Sofia. Senta perto de Ana, empunha o garfo: — Come. — Não posso, está ruim de mastigar... — Come,está bom. — Não posso! Não como! — grita Ana. — Come! Sofia tenta introduzir-lhe um pedaço de carne na boca. Ana cerra teimosamente os maxilares. — Come! Mayer Guinzburg se põe de pé. (Esta cena mais tarde ficará num desenho; ver-se-á então a expressão de justa ira estampada na face.) — Sofia! Ela continua brigando com Ana. — Sofia! Deixa a mulher. Não vê que ela não quer? A carne está dura. A donada pensão pousa o garfo no prato. Levanta-se e encaminha-se lentamente para Mayer. De perto, fala-lhe em voz baixa e ominosa.1 — O tratamento comigo é de dona, ouviste? Dona Sofia. À tarde porei um aviso sobre isto, mas vamos deixar a coisa clara desde já. Em segundo lugar, a carne é muito boa. É carne de primeira e nem os melhores restaurantes... — A carne está ruim — repete Mayer. — Tu, CapitãoBirobidjan! — berra Sofia, furiosa. — Eu te conheço, velho anarquista! Mas fica sabendo que aqui mando eu, está bom? E vou acabar com a tua pose. Para dar o exemplo, vais comer esta carne. — Sofia, cadela velha, — diz Mayer, com um sorriso maligno —eu não vou comer esta pelanca dura que tu chamas de carne. — Capitão, se tu não comeres — responde Sofia, sorrindo também e falando entre dentes — eute rebento a bofetadas. — Não, Sofia, estás enganada. Quem vai te rebentar a bofetadas sou eu. — Não, sou eu. Te arranco esta cabeça do corpo. — Pois eu te descarno e deixo à mostra a tua caveira, bruxa! Um segundo depois estão engalfinhados. Caem ao chão, rolam para baixo da mesa, somem sob a toalha xadrez. Português e David Benveniste se refugiam a um canto da sala. De sob a mesa vêm gritos e...
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