Simbolico

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  • Publicado : 3 de dezembro de 2014
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Com base no livro trabalhado “A Margarida friorenta”, da autora Lila Figueiredo, temos por objetivo trabalhar o incentivo a leitura e a escrita, a ampliação do vocabulário e significado de diferentes palavras, adjetivos, além de outras hipóteses em outras disciplinas como ciências e matemática. Trabalhamos também o texto nos mais diferentes aspectos, social, cognitivo, motor e sócio linguístico.Transmitir aos alunos através da leitura sentimentos como carinho, amor, respeito ao próximo e a natureza, o dever de cuidar de si e do próximo, solidariedade, compaixão, ajuda, recompensa e amizade.
Apresentar a historia no livro, contar de forma a aguçar o interesse e a curiosidade por livros de diferentes autores e temas, deixando que todos tenham um momento de dialogo para tirar dúvidas einteragir com o grupo. Apresentar de forma lúdica os personagens da historia, deixar que apreciem e apresentar outras formas de se trabalhar com o texto.
Ao final deste processo, buscar solucionar dúvidas, dificuldades apresentadas pelos alunos em questões ortográficas e de interpretação de texto e produção de palavras. Observar sentimentos e reações expostos pelos alunos para que sejamtrabalhados em momentos posteriores.
Apresentar o cenário da historia, a possibilidade de se trabalhar com o texto fatiado e as outras disciplinas abrangidas.

A creche através dos tempos: desdobramentos e perspectivas

A partir da leitura dos textos sugeridos e da apreensão das seguintes questões provocadas pelas autoras: Como a creche era vista? Como ela deve ser? De que maneira se desenvolve afunção educativa da mesma? Desenvolveremos ao longo deste texto-síntese (com breve olhar crítico) as questões supracitadas – destacando-se, paralelamente, a atenção e os enfrentamentos do profissional da Educação Infantil.
Desde o inicio de sua criação (na França), a creche, como instituição, tinha um papel diferente do que tem hoje: era considerada assistencialista e filantrópica, onde as criançaspermaneciam durante o período de trabalho de suas mães que, juntamente com os imigrantes, trabalhavam nas fábricas. Por causa de sua origem contraditória, muitas questões foram (e ainda hoje são) levantadas a respeito do verdadeiro papel das creches quanto ambiente que proporciona meios de aprendizagem real (e não somente um lugar em que as crianças permaneciam sob cuidados de outros adultos,sem que houvesse algum grau de parentesco entre eles). Por isso, a noção de creche como instituição educativa é relativamente recente.
A partir do início do século XX, com a ampliação das fábricas, as mulheres passaram a deixar suas casas e trabalhar como operárias, juntamente com os imigrantes. Estas mulheres – que antes eram donas de casa – passavam então longos períodos de tempo trabalhando,não tendo com quem deixar seus filhos. Assim, a partir da observação dessa necessidade de auxílio (buscando, na verdade, um controle melhor da classe operária) os donos das fábricas resolveram criar um espaço onde essas mães pudessem deixar seus filhos – em período de amamentação – dentro do próprio ambiente de trabalho. O que culminou na melhoria dos serviços prestados, já que, podendo cuidar dosseus filhos melhor, trabalhavam mais e com menos preocupação.
Entretanto, as primeiras creches (palavra oriunda do francês; significa “manjedoura”) nada mais eram do que um espaço onde as crianças pequenas permaneciam supervisionadas por um adulto, sem nenhum objetivo educacional específico. Ao longo da década de trinta, as creches foram consideradas instituições filantrópicas – as quais eramsustentadas por pessoas da sociedade que dispunham de dinheiro para doações. Muitas das mães que trabalhavam nas fábricas eram mães solteiras e, por isso, não tinham nenhum familiar com quem deixar seus filhos; de certa forma, se tratava de uma discriminação. Logo, o atendimento dos seus filhos por essas creches passou a ser considerado um tipo de favor, uma caridade. E isso não mudou muito até a...