Signos linguisticos

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(SÍNTESE DO CAPÍTULO 3)
A NATUREZA DO SIGNO LINGUÍSTICO
Aqui o autor explana acerca da organização e a natureza formadora dos signos linguísticos a fim de verificar como ocorre a construção verbaldo discurso. Segundo Ferdinand de Saussure, todo signo possui uma dupla face: o significado, que é a sua realidade material e consiste no conjunto sonoro, fônico, que torna o signo audível ou legível.O significante é o aspecto imaterial, que nos remete a determinada representação mental do signo em questão. Juntos esses dois aspectos constituem a significação, que nos representa mentalmenteaquilo que a forma linguística está evocando.
Partir dessas afirmações chega-se a duas deduções: a primeira é de que não há relação direta entre significado e significante, e que suas articulações sãoregidas pela convencionalidade; a segunda é de que o signo é representativo, ou seja, não se confundem com palavras, os objetos só se relacionam com os nomes através do sentido.
ARBITRARIO, PORÉMNECESSÁRIO
A relação entre palavras e coisas não está apenas determinada pela arbitrariedade, mas também pela necessidade. A arbitrariedade seria uma espécie de segundo momento, enquanto a necessidade secoloca em primeiro plano. O homem precisa o que faz arbitrariamente, criando o símbolo que chamamos de signo verbal, ou seja, a palavra.
SIGNO E IDEOLOGIA
É impensável afastarmos do estudo das ideologias areflexão acerca dos signos, visto que ambos constituem praticamente uma unidade. Há entre eles uma relação de dependência, assim, a possibilidade de compreender as ideias contidas em um discursoimplica reconhecer a natureza dos signos que os constituem. O modo que o emissor dispõe os signos, a escolha de um recurso linguístico revelaria múltiplos comprometimentos de cunho ideológico.
Tudo que éideológico possui um significado e remete a algo situado fora de si mesmo, assim, tudo que é ideológico é um signo e sem signo não existe ideologia.
Vale ressaltar que o signo nasce e se desenvolve...
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